STB - Student Travel Bureau

Escolha o intercâmbio de sua preferência:

Tudo para sua viagem
 

A capital histórica da Alemanha, Berlim. (Parte 4)

Publicado em Diário do Raphael, Dicas de Viagem, Embaixador | 02 de janeiro de 2012 | 14:47 por Raphael Zilberknop Mendes

Antes de contar como foi o meu último dia em Berlim listo abaixo os posts dos primeiros dias:

No meu primeiro dia, escrevi sobre a chegada a Berlim e sobre a ida ao Portão de Brandemburgo e ao Reichstag;

Já no segundo dia, fomos ao Palácio de Charlottenburg, ao Checkpoint Charly, no Monumento ao Holocausto, na Potsdamer Platz, na Ku’damm e no EuropaCenter;

No meu terceiro post, contei para vocês do nosso terceiro dia quando visitamos o Museu Pergamon na Ilha dos Museus, a Catedral de Berlim, a Universidade Humboldt e a Eastside Gallery.

Hoje, essa saga chega ao fim, com o meu quarto e último dia em Berlim… Então, vou contar para vocês da nossa ida ao Fernseherturm na Alexander Platz, Madame Tussauds, FriedrichStraße, espetáculo do Blue Man Group, e para fechar a noite e começar a despedida de todos, SonyCenter.

Nossa programação era extensa, então acordamos bem cedo e, logo após o café da manhã, partimos para nossa primeira parada, a Alexander Platz. Um local em Berlim com intenso fluxo de transporte público (milhares de rotas passam por lá), chamado muitas vezes apenas de “Alex” pelos Berlinenses. Este é o local de vida noturna, turismo e compras.

É lá que fica a Berliner Fernseherturm (antena de televisão de Berlim), que possui 368 metros e é visível de diversos pontos de Berlim. Ela é com certeza um dos símbolos da cidade e  recebe cerca de 1 milhão de visitantes por ano.

Existe uma plataforma para turistas a 204m de altura, que pode ser acessada somente por elevador, onde dá pra ter uma visão muito legal de Berlim (em dias claros dá pra enxergar até 42km de distância). Logo acima da plataforma para visitantes, há também um restaurante giratório.

Logo ao lado da Berliner Fernseherturm fica localizado o Weltzeituhr (Relógio Mundial), onde é possível acompanhar o horário em diversos locais do mundo. Leia mais…


Transporte em Londres: como se virar sem gastar muito?

Publicado em Diário da Rebiscoito | 29 de dezembro de 2011 | 10:29 por Rebiscoito

Ufa… Estava para escrever esse post faz tempo, mas queria fazer algo mais caprichadinho e bem explicado, então aproveitei e fiz um vídeo! Não repare muito na edição pois sou novata na área, então não está lá essas coisas. Mas preste atenção no conteúdo, que eu acho que vai ajudar bastante a entender o transporte público daqui de Londres e como usar o famoso Oyster Card.

Como usar o Oyster Card? from Rebiscoito on Vimeo.

E aí, esclareci todas as suas dúvidas? Tenho certeza que não, hehehe. Esse é um assunto tão extenso que com certeza você ainda deve ter perguntas para fazer, então manda bala nos comentários do post que eu vou fazer de tudo para responder!

Para saber mais sobre a minha viagem em tempo real, siga-me no Twitter! @rebiscoito

 


Conhecendo Fraser Island

Publicado em Diário da Camila | 23 de dezembro de 2011 | 08:52 por Camila Silva

Junto com a barreira de Corais, Fraser Island está entre os patrimônios naturais australianos que são protegidos pelo governo e, mais ainda, pela população local. Com cerca de 250 km de praia, muitos lagos e árvores, esse é um lugar para aventureiros de plantão que estão em busca de muita natureza e adrenalina.

Transporte

Para chegar até a ilha, utilizamos uma balsa que sai de Hervey Bay e demora cerca de 50 minutos para chegar ao destino. Prepare a máquina fotográfica, pois durante a jornada os golfinhos parecem nos seguir e presentear-nos com seus shows de “saltos”. No meu caso, que nunca tinha visto um deles, fiquei maravilhada.

 

Ao chegar ao destino, o único transporte que nos possibilitava locomoção era uma quatro por quatro. Isso porque a estrada de terra, os obstáculos e o sobe e desce não possibilitam o uso de carros, motos ou algo do tipo.

Estávamos em um grupo de 13 pessoas e 2 grandes carros. Motoristas? Todos nós, mesmo inexperientes.

Tivemos uma pequena aula na agência em que fechamos o passeio, onde aprendemos um pouco sobre como dirigir na areia, o cuidado com os animais da ilha e algumas recomendações importantes. Mas foi na prática que vimos como e quão difícil é dirigir em locais como esses… Eu diria, quão emocionante isso é!

Ah, já ia me esquecendo. Prepare sua coluna, pois o carro balança demais e se você escolher sentar nos últimos bancos baterá as costas e a cabeça várias vezes por dia. Mas com o tempo se acostuma e acaba se divertindo com tudo isso!

Acomodação

Não sei ao certo que tipo de acomodação existe na ilha. Vi um hotelzinho perto de um mini centrinho (isso porque só tem um orelhão e uma vendinha no local). Perguntei para um dos guias e ele me disse que o hotel era simples e um pouco caro, mas recomendável para aqueles que não gostam de tanta aventura.

No meu caso, eu acampei. Barraca grande, dividida em duas partes, onde dormiram 6 pessoas. À noite fazia muito frio, por isso o uso de saco de dormir é altamente recomendável.

Existem vários campings na ilha. No caso de turistas, que estão indo pela primeira vez, os guias recomendam que eles fechem pacotes com agências que acabam se utilizando dos melhores campings, com banheiro e uma mini cozinha. Já os demais, que são frequentados por pessoas que estão na ilha quase toda semana, são mais simples e não possuem o mínimo de “infra-estrutura”.

 

Nas duas noites de acampamento fizemos uma fogueira, para aquecer do frio, e costumávamos cantar, fazer alguma brincadeira e contar histórias. Era muito legal pois pessoas de culturas diferentes sempre têm coisas diferentes para contar.

Alimentação

O famoso “bring your own” australiano, ou ‘traga a sua comida e bebida’ para os brasileiros… Você deve levar tudo!! Do café da manha à janta, incluindo as besteirinhas que adoramos comer nos intervalos, como chocolate, hehe.

Existe um mini mercado na ilha, mas é caríssimo e bem longe dos lugares turísticos. Isso significa que se você estiver em um grupo, como eu estava, eles podem decidir não ir ao mercado nenhum dia, então melhor levar tudo.

Nós levamos macarrão para a janta, pois nosso camping tinha uma mini cozinha, sem muitos utensílios domésticos. No almoço comíamos pão pulman com queijo e, nos intervalos, frutas e algumas bolachinhas!!

Cuidados na ilha

As primeiras coisas que você não deve esquecer são repelente e protetor solar. O sol é muito forte e na maior parte do tempo você estará andando sem cobertura nenhuma. Repelente? Imagina à noite, no meio do mato, quantos pernilongos e outros insetos terão? Saindo do banho você tomará outro banho de repelente e mesmo com calça, meia e blusa de frio eles conseguirão te morder.

Se você é alérgico, como eu, um antialérgico é mais do que recomendável!!

Outro cuidado que você deve ter na ilha é com os DINGOS. Cachorros do mato que, segundo os guias, são bem perigosos e atacam ao se sentirem ameaçados. Na agência também aprendemos sobre postura e olhar ao encontrar com o dingo.

No acampamento vi vários deles, mas estava sempre em um lugar seguro, com o grupo, e eles mesmos se afastaram. O que eu posso dar de dica para você que está indo para ilha é: ande sempre com 3 ou 4 pessoas, principalmente durante a noite, e, se possível, com um pau na mão. Os guias recomendam isso porque ao ver várias pessoas o cachorro se afasta ao invés de atacar.

Aborígenes

Fomos surpreendidos duas vezes pela presença de um deles no nosso camping e posso descrever a experiência como inesquecível.

Na primeira delas, durante a noite, quando estávamos cantando perto da fogueira um deles apareceu com seu instrumento e começou a tocar. No começo me assustei um pouco porque estava bem escuro e não estava esperando ele aparecer, mas depois foi tranquilo.

Um outro momento foi durante o dia, quando estávamos indo para um dos passeios e ele chegou. Sentou com todos nós, pintou nossos rostos e nos contou um pouco sobre as mudanças na ilha e os cuidados que devemos ter pra continuar conservando todas as belezas. Nesse encontro me emocionei porque lembrei muito dos índios brasileiros. Como muitos deles gostariam de preservar suas moradias, mas infelizmente não tem o apoio do governo… Anyway, foi indescritível o que senti!

No próximo post, falarei mais sobre passeios, lugares turísticos e locais que visitei. Espero que tenham gostado.

Beijossss
;)

 


Uma tarde romântica de outono no Hyde Park ♡

Publicado em Diário da Rebiscoito | 22 de dezembro de 2011 | 09:58 por Rebiscoito

Uma das estações do ano mais lindas para se ver aqui em Londres é o outono. As árvores deixam a cidade mais colorida e viva, e as folhas caídas se misturam com o verde das gramas deixando o chão totalmente coberto de cores quentes. Pena que dura pouco… O jeito é tirar várias fotos para guardar de recordação e lembrar sempre!

rebiscoito com o namorado no Hyde Park

Um bom lugar para passar uma tarde de outono é um dos “must see” daqui de de Londres: o Hyde Park. Ele fica no centro de Londres e é um dos lugares com maior área verde da cidade – tem aproximadamente 2,5 km² de lindos jardins, além de um lago chamado Serpentine que divide o parque em 2 partes. Fora toda essa área verde, ele tabém possui uma infinidade de restaurantes super gostosos e alguns monumentos como por exemplo um memorial feito em homenagem à Princesa Daiana, que morreu em 1997.

Outono no Hyde Park, em Londres
Outono no Hyde Park.
Outono no Hyde Park. Com um esquilo.

Eu e o Maikel, meu namorado, resolvemos passar uma tarde lá fazendo piquenique e vendo o sol se pôr. Apesar do friozinho que estava fazendo no dia, nos agasalhamos bem com várias camadas de roupa, cachecol e luvas para podermos ficar a vontade e aproveitar o clima. Levamos até uns pãezinhos que tínhamos em casa para dar para os patos no lago. Incrível como eles ficam loucos quando a gente chega na beira do lago com um saquinho! hahaha. Foi uma tarde super gostosa porque tinha um monte de famílias com seus filhos, pessoas passeando com os cachorros… E a paisagem do outono só ajudava a deixar o programa mais romântico! Leia mais…