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Férias em Singapura

Publicado em Diário da Vivi, High School, intercâmbio | 27 de julho de 2010 | 15:34 por Vivi Mascarenhas

 

Oi galera! Eu sei que sumi um pouquinho, mas eu tenho um bom motivo e uma boa notícia para vocês! O motivo é que eu fui passar as férias de julho em Singapura e eu não tinha tempo nem computador para poder contar minhas news para vocês. A boa notícia é que além de contar como são as coisas aqui na Austrália, também vou falar da minha viagem das férias.

Agora vocês devem estar pensando “que coisa estranha, a Vivi está na Austrália e foi passar férias em Singapura?” Pois é, eu também acharia estranho, mas eu decidi ir para lá porque minha mãe está morando lá com meu padrasto e para melhorar mais ainda, meu namorado também podia ir para lá passar as férias comigo! Então, eu juntei várias coisas boas em uma viagem só: conhecer um país novo e ainda matar a saudade da minha mãe e do meu namorado. Querem coisa melhor?

Bom, tudo começou quando eu tive a idéia de passar as férias do meio do ano no Brasil, que não deu certo porque ia ser muito complicado e minha mãe achou melhor eu conhecer outro lugar. Então, pensamos em Singapura, que é um país incrível, mesmo sendo super pequeno. Conversei com a coordenadora da escola, comprei a minha passagem, mandei um formulário de autorização para minha mãe assinar e um para a coordenadora STB de Sydney, que é responsável por mim. Foi muito simples porque a minha mãe estaria lá para cuidar de mim, então o governo daqui libera tranquilamente.

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Emoções de um intercambista

Publicado em Viajante STB | 23 de julho de 2010 | 10:33 por Eduardo Wilches

 

Ficar fora um ano? Deixar tudo e todos para morar em um país totalmente diferente do meu? E a saudade? E o frio, calor? E os irmãos, amigos, costumes?

São inúmeras as sensações que um intercambista sente, e tudo começa no momento em que se decide embarcar nessa “grande e diferente” aventura. Antes mesmo de embarcar você começa sentir a pressão, a responsabilidade, a seriedade do seu novo passo. No começo você não liga tanto pois falta muito tempo e desanima pensar que existem ainda 300, 200 dias separando você do seu grande sonho.

Aí vem os preparativos iniciais, mas lembrando que tudo ainda parece estar muito longe. Chega a ser cruel e duvidoso qual foto colocar no application. E a carta para a host family então? Parece uma batalha! Como se você tivesse que arrumar a bagunça do seu quarto, deixar ele limpo, bonito e sem nenhum erro. Você lê, relê, apaga e escreve de novo. Pô… é a minha futura família que vai ler isso, é essa a primeira impressão que eu vou causar. Você envia o application e 10 minutos depois já se pergunta: “e a minha família, cadê?”.

Os dias vão passando e você para de pensar um pouco nisso tudo. De repente aqueles 300, 200 dias que faltavam se transformam em 90, 60 dias, e você fica meio desesperado achando que não vai dar tempo de fazer tudo o que tem que fazer antes de ir embora. Não vai dar tempo de aproveitar todos os amigos, o calor e o frio do Brasil. Você começa a pré-sentir falta de tudo: da bronca dos pais, das brigas com o irmão, de arrumar o quarto e das coisas que antes eram chatíssimas. Nas reuniões de pré-embarque você chora, sente a pressão aumentar e é como se alguém pegasse um balde cheio de “caia na real, está mesmo acontecendo” e jogasse em você sem dó.

Você vai tirar o visto e vê aquele mar de gente querendo ir para o mesmo país que você, percebe que você não está sozinho nessa, por mais que nem todos estejam ali com o mesmo propósito. A partir daí tudo começa a se misturar: seus sentimentos, seus medos, suas incertezas, suas expectativas e a sua realidade deixa de ser realmente só sua. Você começa a compartilhar com o mundo, com os pais, com os amigos, não aguenta a ansiedade e por mais que faltem apenas 30 dias você se sente mais longe do que nunca da data de embarque. Levo isso? Compro lá? Não levo? Que esportes vou fazer? Que matérias vou cursar? Como vai ser meu primeiro dia? E quando eu deitar a primeira noite e me dar conta que estou realmente lá? Aaah como um intercambista sofre com tanta felicidade! E tudo isso antes de realmente ir!

Meu nome é Eduardo Wilches, tenho 17 anos e moro em São Paulo. Compartilharei a experiência, a batalha, a aventura e tudo que um intercambista sente antes, durante e depois desse momento que muitos dizem ser nem melhor, nem pior … apenas diferente.


Como se comunicar na Nova Zelândia

Publicado em Dicas de Viagem, Diário da Isa, High School, intercâmbio | 22 de julho de 2010 | 10:11 por Isadora Barretto

 

Para quem pretende ficar no mínimo 6 meses na NZ, é essencial ter um chip neozelandês. Seja para se comunicar com os amigos da escola, mandar SMS, avisar a sua hostmom que hoje não vai jantar (elas ficam muito bravas se não foram avisadas!), pedir um táxi, ligar para a orientadora STB em uma situação de emergência… Enfim, você vai precisar.

Existem duas grandes empresas nesse ramo: Vodafone e Telecom NZ. Mas todos aconselham a primeira, que além de ter uma cobertura maior, tem parceria com todas as empresas do Brasil. Dá para desbloquear o celular aí mesmo e só colocar o chip aqui, mas se quiser ficar com os dois números pode comprar o aparelho aqui também. Só o chip custa NZ$30 + crédito mínimo de NZ$20. Com o celular mais barato sai por cerca de NZ$ 80 + crédito mínimo de NZ$20.

O sistema de telofonia aqui é muito simples e não tem nada mais em conta e prático do que ter um pré-pago. Eles tem uma promoção de texts que é sucesso absoluto entre todos os jovens do país: pagando NZ$10 você tem direito a mandar 2000 mensagens para qualquer celular Vodafone. Por isso,  todos os estudantes só conversam entre si por mensagem (aqui são 4 da tarde e já troquei 30 msgs hoje!). Fora que não tem interurbano, uma ligação tem o mesmo preço para qualquer lugar da Nova Zelândia. Comprar crédito é muito fácil também, vende em qualquer lugar.  Leia mais…


Primeiro dia em Auckland, Nova Zelândia

Publicado em Dicas de Viagem, Diário da Isa, High School, intercâmbio | 20 de julho de 2010 | 10:01 por Isadora Barretto

 

Assim que chegamos ao aeroporto de Auckland, tinha uma equipe do STB Pacific para receber a gente! Eles deram um cartão telefônico para todo mundo ligar e falar com os pais. No aeroporto mesmo muita gente já faz o câmbio dos dólares que trouxe para o NZ$ e também pode sacar dinheiro do Visa Travel Money no primeiro caixa eletrônico. É impossível achar essa moeda em algum câmbio do Brasil sem reservar antes e acaba nem valendo a pena.

Primeiro sinal de mundo que vemos em mais de 24 horas!

Primeiro sinal de mundo que vemos em mais de 24 horas!

Depois fomos para o ônibus enorme que estava nos esperando para nos levar direto do aeroporto para o Museu de Auckland. Ninguém ia querer perder o show de cultura Maori do Museu, não é?! O show é muito legal e eles são extremamente simpáticos. O inglês é meio difícil de entender no começo, mas dá pra pescar umas palavras. Eles cantam e dançam o tempo todo, mostram as  armas e jogos maoris e até ensinam para gente a Haka, dança típica que a seleção nacional de rugby sempre representa antes dos jogos. No Museu também dá para ver como eram as construções deles e as armas e objetos bem de pertinho.

Aparentemente, a gente trouxe o sol, porque pelo o que todo mundo falou, nessa época do ano costuma chover muito! Mas mesmo o sol não consegue disfarçar o frio de 6º C que quase congelou os mais despreparados (eu, precavida, tinha um urso sintético beeem quentinho para me proteger). Leia mais…