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Conhecendo Devonport, visitando amigos!

Publicado em Concurso Cultural | 01 de fevereiro de 2012 | 17:51 por Gustavo Bricks

Nesse último domingo eu acordei cedinho e já corri para o ônibus rumo ao norte. Dessa vez estava indo para Devonport, uma parte de Auckland bastante especial. Cheguei cedo e me surpreendi com uma feira ao ar livre, bem ao estilo das do Brasil mas com uma pitada das Brocantes francesas. Dividindo o mesmo espaço, barracas vendiam frutas, legumes, verduras, peixes vivos ou prontos para o consumo, e objetos antigos que as pessoas acham em suas casas. Em uma das barracas, a Cláudia, uma  brasileira que, como muitas outras, veio para estudar e acabou se apaixonando, vendia maquiagens. Dei uma volta para ver os produtos e me surpreendi com a variedade bem parecida com a do Brasil – só ficou faltando o pastelzinho e o caldo de cana! Mas tudo bem, no lugar disso eles vendiam mexilhões fresquinhos com batata frita.

Essas cerejas estavam fresquinhas!

Continuei minha jornada em uma rua arborizada de um bairro tranquilo, e finalmente cheguei na homestay do Vitor, um estudante de High School, aqui de Auckland. Bati na porta e fui recebido pela Sandra, uma Kiwi (povo neozelandês que ama praticar esportes e aventuras ao ar livre) alta e super simpática, tirei meus sapatos (costume muito comum aqui na NZ) e fui entrando. A Sandra me apresentou seus filhos e depois descemos as escadas em direção ao quarto do Vitor. Com uma cara de sono mas com um sorriso no rosto ele me recepcionou e já foi mostrando tudo. O quarto dele fica no andar de baixo da casa – não é um porão, a casa fica num morro então o térreo na verdade é o primeiro andar. Além do quarto dele, o andar ainda tinha um banheiro (que era só dele) e uma salinha que, como fica de frente pro quarto, acaba virando uma extensão. Ou seja, ele praticamente vivia num apartamento, na verdade num apartamento duas vezes maior do que o meu no Brasil. Ê vida boa! Leia mais…


Passagem de avião para estudantes!

Publicado em Diário da Baunilha | 01 de fevereiro de 2012 | 09:27 por Baunilha

No Brasil existe desconto de estudante para cinema, teatro, shows e museus, por exemplo. Os estudantes sempre recebem vantagens na hora de abrir uma conta em um banco ou diversos descontos em lojas com a carteirinha de estudante. Mas e na hora de comprar uma passagem de avião??

Pouca gente sabe, mas também existe passagem de estudante!

Sim, você já pode comemorar e começar a planejar seu intercâmbio melhor! Esse desconto na passagem para estudantes, no entanto, funciona de maneira um pouco diferente.

Primeiro, o desconto é para estudantes intercambistas, ou seja, brasileiros que estão indo morar em outro país para fazer intercâmbio de estudo. Se o motivo da sua viagem de intercâmbio é de estudos, seja um curso de idiomas, faculdade, high school, ou até mesmo um curso de férias, você poderá ser elegível à compra da passagem de estudante.

Aqui algumas regrinhas para saber se você é elegível:

  • O jovem deve estar indo estudar no país para o qual está comprando a passagem, afinal, é uma passagem de estudante. No entanto, o desconto vale para ida e volta!
  • O curso precisa ter mais do que 2 semanas de duração (isso pode variar dependendo da companhia aérea). Como comentei, pode ser qualquer tipo de curso no exterior.
  • A passagem de estudante pode ser adquirida por pessoas com idade entre 12 a 34 anos. Leia mais…

Como um estudante brasileiro consegue trabalhar na Austrália

Publicado em Diário da Camila | 27 de janeiro de 2012 | 09:40 por Camila Silva

Quando converso com estudantes que estão pensando em vir para Austrália, uma das primeiras perguntas que eles me fazem é: “Você conseguiu emprego fácil?”. E eles ficam impressionados quando eu digo que “Sim”.

Como conseguir um emprego?

Minha primeira experiência de trabalho na Austrália foi por indicação. Um amigo que conheci aqui namorava a gerente de uma churrascaria brasileira que me ajudou. Esse foi fácil, mas acredito que continuar no emprego, mesmo com indicação, depende de você e do seu esforço.

Eu trabalhava no período da noite, começava às 18:00 e terminava às 21:30, no máximo 23:00, tudo dependia do movimento de clientes. Durante a semana era tranquilo, mas ficava muito pesado aos sábados. Havia filas para entrar no restaurante, e nós trabalhávamos muito.

Depois de 5 meses lá, eu decidi que queria estudar à noite e trabalhar da manhã, e de preferência não trabalhar no fim de semana. Aí comecei minha busca por outro emprego.

Nessa hora você tem que deixar a vergonha de lado e bater de porta em porta, entregar seu currículo e dizer que está procurando emprego. Quando fiz isso, as primeiras vezes, me surpreendi, pois eles são receptivos demais!

Na época eu decidi que iria trabalhar em cafés da cidade, pois geralmente eles não abrem aos finais de semana. Ia até o local, chegava no balcão e perguntava se podia entregar meu currículo, que eu era brasileira, estudante e estava procurando emprego. A pessoa (de 10 que visitei, 8 faziam isso) pedia para eu sentar em alguma mesa do local, chamava o gerente que me oferecia água e conversava comigo sobre o que eu estava fazendo em Sydney, quantas horas estudava, o que sabia fazer, etc… Claro que tudo isso era para ele perceber um pouco do meu nível de inglês, mas achei interessante o fato de eles demonstrarem interesse e respeitarem a pessoa que está oferecendo serviço.

Tudo bem diferente do Brasil, onde você entrega o seu currículo para o segurança e não sabe nem se ele chegará às mãos do responsável.

Além da opção “boca a boca” de entregar currículo de porta em porta, existe um site que disponibiliza vagas de emprego diárias, o www.gumtree.com.au.

As empresas, cafés e restaurantes entram nesse site e publicam as vagas na parte destacada como Jobs.

Além de poder encontrar as vagas de emprego, você pode publicar o serviço que oferece. Por exemplo, eu publiquei que eu era cleanner (faxineira) e estava à disposição para realizar trabalhos em casas de um determinado bairro. Três pessoas me ligaram interessadas no serviço.

Este tipo de publicação deve acontecer na parte Post ad, na parte superior da página, ou no campo Jobs wanted, onde você já determina o campo de trabalho em que irá trabalhar.

Currículo

Bom, quando cheguei aqui, eu não tinha a mínima ideia do que colocar no meu currículo. Fiz um, seguindo o modelo brasileiro que eu tinha. Mostrei para algumas pessoas que já estão em Sydney há alguns anos e elas me disseram que aquele era o tipo de currículo que eu deveria entregar em escolas, caso eu quisesse trabalhar na minha área, Pedagogia. Como eu sabia que meu inglês ainda não era suficiente para isso, desisti do mesmo.

Foi aí que um amigo me ajudou. No currículo você coloca coisas que você já tenha feito na sua própria casa ou em outras oportunidades, como em hotéis, restaurantes, etc.

No meu caso, eu coloquei que havia trabalhado no Brasil em hotéis como housekeep (arrumadeira de quartos) e cleanner (faxineira), ou em restaurantes como waitress (garçonete), ajudante de cozinha etc. Nada muito sofisticado e que eu não conseguiria fazer. Leia mais…


Apresentando nosso novo #EmbaixadorSTB André Cywinski

Publicado em Diário do Cywinski, Embaixador | 24 de janeiro de 2012 | 10:53 por Andre CW

Muitas vezes me chamam de louco, devido as maluquices que faço até hoje em uma vida, vivida sobre pranchas. Além de ser snowboarder e skatista profissional, sou jornalista, fotógrafo e vídeo produtor. Há quase 20 anos minha rotina tem sido a mesma, preparar equipamentos, fechar as malas e partir para algum destino desse nosso incrível planeta, sempre em busca da neve, da natureza e dos lugares mais inusitados e peculiares do mundo.

André Cywinski - snowboard na califórnia

A partir deste primeiro post, eu os convido a me acompanharem nessa viagem através de relatos de histórias, sempre recheadas de imagens que ilustrem cada uma das situações vividas. Estejam certos de que vocês viajarão comigo nesse fascinante mundo que minhas pranchas percorrem, meus olhos podem enxergar e minhas câmeras conseguem captar.

Sendo assim, sejam bem vindos pois já embarcamos em nossa primeira viagem. Acabo de chegar em South Lake Tahoe, região montanhosa do estado norte americano da Califórnia. Ao chegar, após 10 horas de viagem dirigindo desde Los Angeles, tive um momento de decepção, pois não havia tanta neve espalhada pela cidade. Mas de qualquer forma o lugar, mesmo sem neve, é lindo. Em meu próximo post, apresentarei a vocês as belas paisagens desse imponente destino turístico e porque não mostrar também um pouco de ação na prática do snowboard, que é o esporte mais procurado e praticado por aqui. Então está combinado! Prazer em conhecê-los e até nossa próxima história.