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High School no Canadá!

Publicado em Diário do Grégory | 03 de fevereiro de 2012 | 15:30 por Grégory Sausen

Antes de começar a falar sobre meu intercâmbio, irei fazer uma breve descrição de quem eu sou, uma breve biografia!

Meu nome é Grégory, tenho 17 anos, sou do interior do Mato Grosso, mais precisamente Sinop, cidade situada a 500 km de Cuiabá. Apaixonado por viagens, diferenças culturais e línguas, fiz meu primeiro intercâmbio também pelo STB, em Cambridge, na Inglaterra. Atualmente, intercambista no Canadá há 5 meses, posso dizer que estou cheio de dicas e novidades para contar!

Mas por que Canadá? 

Bom, sempre tive o sonho de viver aquela vida de país de primeiro mundo, foi então que decidi que era hora de sair e se aventurar em um lugar totalmente diferente. À procura de qualidade de vida, clima frio e ensino de qualidade, conversei com minha mãe, que desde o princípio sempre me apoiou, sobre a ideia de um intercâmbio High School. Ela achou a ideia ótima, foi quando ligamos para o STB e agendamos uma reunião para vermos mais de perto como isso tudo iria funcionar. Depois de algumas idas na agência STB de Cuiabá/MT e muita pesquisa, descobrimos que o Canadá é considerado pela UNESCO o país de melhor qualidade de vida do mundo e que Vancouver está classificada entre as 3 melhores cidades do mundo para se morar, e chegamos à conclusão que Canadá, mais precisamente Vancouver Island, seria a melhor opção de acordo com o que eu estava procurando.

Certo do que queria e com boa assistência, decidimos que iria para ficar o tempo máximo, 2 semestres. Com application preenchido, consulta médica feita, e taxa de assistência STB paga, em pouco tempo chegou a carta falando que eu tinha sido aceito no programa! Lembro que a alegria misturada com ansiedade era tanta que eu entrava todos os dias no site da cidade para ver as fotos, assistir os vídeos e ver a temperatura local, tudo perfeito!

Vista de Vancouver

Com 4 meses antes da data prevista de embarque, me veio à cabeça visitar Seattle, cidade totalmente influenciada pela música, com diversos shows e concertos e situada a apenas 80 km de Vancouver (você encontra mais dicas sobre a cidade aqui!). Assim, comecei a pensar na ideia de um visto americano. Liguei para a agência, avisando que estava com uma viagem planejada para Recife, e que queria aproveitar para tirar o visto americano se fosse possível. Sem dificuldades, minhas orientadoras me ajudaram no processo de preencher os formulários, arrumar documentos requeridos e agendar entrevista. Graças a Deus, tudo ocorreu tranquilo, visto foi aprovado e em uma semana estava com o passaporte em mãos novamente. Leia mais…


Quanto custa na Alemanha?

Publicado em Diário do Raphael, Dicas de Viagem, Embaixador, High School | 03 de fevereiro de 2012 | 09:26 por Raphael Zilberknop Mendes

Algumas pessoas já me perguntaram isso, e a pedido do STB, resolvi fazer um post em relação ao custo de vida na Alemanha. Desde coisas básicas até cultura, lazer, comida, viagens.. Mostrando que muitas coisas que vocês nem imaginam podem ser mais baratas aqui, mas como também outras coisas acabam sendo mais caras.

Vou falar sobre a Alemanha num contexto geral, é claro, com exceção do estado de Bayern (Baviera), onde fica localizada a cidade Munique. O estado da Baviera é o mais caro da Alemanha para se viver em TODOS os sentidos. Tudo la é mais caro, além do sotaque/dialeto complicadíssimo de alemão que eles possuem.

Um euro equivale hoje em dia aproximadamente a R$2,50. Mas uma dica que eu deixo para vocês e que eu já ouvi muito aqui é a seguinte: quem converte, não se diverte.
Por favor, não venham para cá e fiquem convertendo para real cada coisa que vocês comprarem na rua, porque vocês vão se assustar diversas vezes durante o dia ao ver que estão pagando, por exemplo, R$5,00 em um “coffe to go”.

O custo de vida na Alemanha e na Europa como um todo muitas vezes acaba nos surpreendendo positivamente – com exceção do Reino Unido, por exemplo, onde eles usam a libra esterlina e acaba saindo tudo mais caro.

Para quem ainda não sabe, a moeda usada em quase toda a Europa é o Euro (). O euro é a moeda ofícial de 17 países dos 27 que integram a União Europeia. Sempre lembrando, como eu citei neste post há um tempo atrás, a maneira mais fácil de lidar e economizar nesse sentido: Cartão Travel Money.

Essa diferença de Brasil x Alemanha é bastante relativa. Em relação a lazer, por exemplo, ao ir no show da sua banda favorita no Brasil, você pode acabar gastando até R$400. Por aqui, você gasta a metade disto, e ainda garante a melhor categoria do show.

Se você quer comprar roupas, deixe para comprar as roupas de inverno quando chegar aqui, porque são realmente mais baratas. Se está planejando sua viagem para o inverno/outono e precisa de roupas para essas estações, eu aconselho muito a esperar para comprar aqui. Coisas básicas para o frio como luva, touca e cachecol podem ser compradas nas H&M que têm espalhadas pela Alemanha inteira.

Um grande exemplo é que aqui na Alemanha no auge do inverno (janeiro/fevereiro) neva bastante, e por isso antes de vir para cá eu estava desesperado por uma bota impermeável. Estava com aquela bota da Timberland dos sonhos na cabeça, custava R$500 na minha cidade no Brasil, mas cheguei aqui e paguei a metade deste preço.

Em relação ao transporte público, eu posso dizer que dei muita sorte nesse quesito: acabei vindo morar no estado de Nordrhein-Westfalen, que tem um convênio entre o transporte público e o governo do estado para estudantes. Isso me permite ter livre acesso a qualquer meio de transporte público em praticamente meu estado inteiro por apenas R$25 mensais. Ou seja, posso viajar para várias cidades legais aqui da volta, sem desembolsar nada além dos R$25 mensais. Leia mais…


Muito além de ovelhas e esportes de aventuras

Publicado em #STBDiscover | 02 de fevereiro de 2012 | 15:32 por Gustavo Bricks

“Poxa, eu sei bastante sobre a Nova Zelândia” – pensava eu há alguns meses, quando descobri que esse era o meu destino. “A capital é Wellington, eles têm mais ovelhas do que pessoas, é a casa do famoso All Blacks, um dos times de rugby mais famosos do mundo. O país perfeito para praticar esportes radicais e o mais perto que qualquer um vai chegar da Terra Média, de ‘O Senhor dos Anéis”.

É um país tão pequeno, o que mais tem para saber? MUITO, MAS MUITO MESMO!

Andando pelas ruas da cidade, dá para perceber que a NZ transborda cultura,  seja da tradição Maori, das influências britânica e oriental ou do estilo de vida particular dos Kiwi – existe um detalhe surpreendente em cada canto.

Uma das coisas que mais me surpreenderam aqui na Nova Zelândia foram as escolas. Durante esse tempo que fiquei em Auckland, tive a oportunidade de visitar algumas das melhores escolas e universidades da cidade e conviver com os estudantes brasileiros que vieram para cá fazer High School, Graduação, Pós ou um dos muitos cursos de inglês.

A educação aqui na Nova Zelândia é levada muito a sério,  tanto as escolas públicas como as particulares (de idioma por exemplo) têm professores muito bons e uma infra-estrutura de dar inveja.  Se você pretende fazer um curso de inglês normal, aqui definitivamente é uma ótima opção.

“Mas Gustavo, eu já sei inglês, não quero ir para fazer mais aulas normais de inglês”

Bom, minha resposta é: aqui também é uma ótima opção para outros cursos. Pensando nas pessoas que já sabem o inglês e buscam algum curso diferente, as escolas daqui (e também da Austrália) oferecem diferentes tipos de classes voltadas para cada tipo de perfil de estudante.

Se não quer o inglês geral, tente um English +activites (aula de manhã com atividades  e passeios acompanhadas de um professor de tarde). Se quer ainda mais, pode tentar um curso de bussines english.  Não quer saber só de inglês? Faz um curso técnico de seis meses na sua área, ou numa área diferente da sua mas que sempre teve curiosidade de experimentar. Para quem tem vontade de ser professor, pode fazer um curso voltado para isso (e com um certificado respeitado no mundo todo). Se quiser entrar na faculdade, pode tentar um curso preparatório para exames. Também pode tentar uma pós, mestrado, doutorado numa das melhores faculdades do mundo!

São muitas opções de cursos em muitas escolas que vão de fato deixar vocês de queixo caído. Durante essas visitas preparei um resuminho sobre algumas escolas para tentar ajudar a galera, que sonha em estudar por aqui. Here we go:

A primeira escola que eu visitei foi a ELA (English Language Academy) uma escola de inglês que faz parte da famosa Universidade de Auckland.

Localizada a poucos metros de um dos Campus da Universidade, a ELA se destaca, entre outras coisas, por prepar os alunos que desejam um dia ingressar em um dos muitos cursos de graduação. Em um prédio moderno, que está passando por uma super reforma e vai ficar  ainda mais bonito, os alunos encontram salas de aulas equipadas com televisão, computador e sistema de som, laboratórios de informática coletivos (onde você pode trabalhar individualmente ou em grupos) study center com livros e uma vasta coleção de DVDs que você pode pegar emprestada a qualquer momento.

A escola realmente impressiona, principalmente pelas instalações e professores. Na sala comum dos alunos a escola colocou, além de micro-ondas e máquinas de bebidas e salgadinhos, uma mesa de ping pong e de pebolim, computadores, televisão e até um teclado para quem se arrisca a tocar. Uma ótima opção para todos os curso de inglês e principalmente para os que querem um dia entrar na Universidade de Auckland.

Outra escola que visitei foi a Languages Internacional. Instalada em quatro casarões históricos à beira de um parque, a escola deixa qualquer pessoa de queixo caído pelas instalações e possibilidades. Leia mais…


Como administrar seu dinheiro sendo Au Pair nos EUA?

Publicado em Diário da Beatriz | 02 de fevereiro de 2012 | 10:15 por Beatriz Morgado

Recebo muitas perguntas de futuras e atuais Au Pairs sobre como administro meu dinheiro aqui nos EUA, por isso resolvi escrever um post sobre esse assunto dando algumas dicas simples.

Eu não sou o maior exemplo do mundo no quesito ECONOMIA, então não é nisso que vou focar, mas sim em algo mais abrangente, que é como guardo meu tão suado dinheirinho aqui nesse país doido!

Como administrar o dinheiro

Para quem não sabe, uma Au Pair recebe semanalmente a quantia de 195,95 dólares, sendo que algumas famílias acabam arredondando para 200, totalizando cerca de 800 dólares mensais. Nada mal, né?

Não há regra de como o pagamento deve ser feito, mas, pelo menos no começo, a maioria das família paga em “cash”, dinheiro vivo, pois demora um tempinho para que a Au Pair se adapte e consiga abrir uma conta no banco ou coisa do tipo.

Mas espera aí… sendo Au Pair, posso abrir uma conta num banco americano?
Sim, e é muito mais fácil do que parece. A única coisa que você vai precisar é do seu Social Security Number (SNN), que você deve providenciar assim que chegar nos Estados Unidos, nas primeiras semanas, pois esse documento é equivalente ao CPF aí no Brasil e é necessário até mesmo para você ter acesso ao seu seguro de saúde, se necessário. Leia mais…