STB - Student Travel Bureau

Escolha o intercâmbio de sua preferência:

Tudo para sua viagem
 

Quanto custa na Pensilvânia?

Publicado em Diário da Beatriz | 16 de dezembro de 2011 | 10:13 por Beatriz Morgado

A Baunilha já iniciou uma série de posts em que os EmbaixadoresSTB falarão um pouco do custo de vida do lugar onde moram. Ela falou de Nova York e eu vou falar um pouquinho do que sei aqui da Pensilvânia.

Confesso que este está sendo o post mais difícil de escrever até hoje, pois vivendo como Au Pair, não tenho tanta noção desses gastos “básicos” que a maioria dos intercambistas que são apenas estudantes precisam se preocupar. Eu moro numa casa de família de classe média alta, então não tenho ideia de quanto custa um aluguel aqui, de quanto sai a conta de água e de luz e até mesmo de compras em supermercado, pois raramente faço as compras da casa.

Eu dei uma pesquisada extra para poder escrever um post bem completo, mas vou enfatizar em coisas que tenho mais noção de preço, que é onde gasto o meu salário :P

Vestuário

Fico doida só de pensar em como vou comprar roupas quando voltar para o Brasil. Fiquei mal acostumada! Peças de vestuário são itens extremamente baratos aqui, principalmente quando ousamos comparar os preços com os brasileiros. Eu viajei bastantinho por aqui e tenho que dizer: não é só na Pensilvânia que as coisas são baratas, até mesmo em New York, que é conhecida como uma das cidades mais caras para se viver nos EUA, você faz a festa comprando roupas, sapatos e acessórios. A Baunilha já falou bastante sobre isso nos posts dela e eu estou aqui para enfatizar!

Já ouvi falar de excursões anuais do Brasil para os EUA com a temática de compras. O pessoal junta dinheiro o ano inteiro, compra a passagem aérea e vem pra cá torrar tudo. Por que? Porque realmente vale a pena! Eu sempre me apresentei como uma pessoa que não suporta shopping, muito menos comprar roupa, enquanto minha irmã sempre torrou o salário dela nessas coisas, sempre se vestiu bem e morre de ciúmes do próprio guarda-roupa.

Desde que cheguei aqui nos EUA, eu aprendi a adorar fazer compras, pois sinto que meu dinheiro vale a pena. Consigo comprar vestidos lindos por 25 dólares (o que dá mais ou menos uns 45 reais), enquanto no Brasil, sem dúvida alguma, eu pagaria uns 100 reais, no mínimo. Sapatos? Preço de banana. Existe uma loja famosa aqui, a Charlotte Russe, que sempre faz promoções ótimas! Uma vez mandei o site para minha irmã e ela ficou doida querendo encomendar tudo! Check it out!

Se você é fã de marcas, aqui na Pensilvânia também existem zilhares de outlets, sendo que um dos mais famosos na região onde eu moro é o Philadelphia Premium Outlets. Lá você encontra roupas de ótima qualidade por preço de banana. Não tem erro ;)

comprar sapatos nos EUAEu toda feliz com o sapato baratíssimo que consegui comprar em cima da hora pra completar minha fantasia de Halloween! Yay!

Alimentação

Minha pouca experiência de abastecimento de geladeira revela que comida é bem cara aqui na Pensilvânia, com exceção dos fast foods, de doces, refrigerantes e tudo o que não é saudável!

O preço do leite é mais ou menos igual ao do Brasil, mas aqui as pessoas compram tudo de galão, não em litro (assim como o combustível). O preço das carnes são bem mais altos.  Tenho pouca noção disso pois minha família mal come carne durante a semana. Quando tem, geralmente é carne de porco (mais barata) ou frango. Isso porque eles são de classe média alta. Um peito de frango médio (que corta em, mais ou menos, 6 bifes finos), custa cerca de 10 dólares.

Na maioria dos lugares que costumo sair para almoçar ou jantar aos finais de semana refrigerante custa mais barato do que água (de garrafa). Mas se você pedir tap water (água de torneira), é sempre gratuito em qualquer lugar. Pode parecer meio nojento, mas nos Estados Unidos é muito comum as pessoas beberem água da torneira e mais comum ainda servirem isso em restaurantes de “entrada”. A água de garrafa é sempre estupidamente cara em restaurantes e bares. Você acaba acostumando!

Um dos meus restaurantes favoritos aqui (que é famoso nos Estados Unidos inteiro, principalmente na Flórida) é o Miller’s Alehouse de Langhorne (Pensilvânia). Uma refeição decente lá com sobremesa inclusa sai cerca de 20 dólares com gorjeta (18 a 20% SEMPRE) + taxas inclusas! Acreditem, esse é um ótimo preço para comer uma comida bem servida (nos Estados Unidos T-U-D-O é super sized) e de boa qualidade. Sempre vou lá para matar a saudade de comer carne e de comer bem, acima de tudo. Eles têm ótimas saladas e sopas e o atendimento é excelente. Leia mais…


Alemanha? Curiosidades e dicas de um país ainda pouco explorado para intercâmbios!

Publicado em Diário do Raphael, Dicas de Viagem, Embaixador, High School | 07 de dezembro de 2011 | 10:09 por Raphael Zilberknop Mendes

Olá, leitores! Hoje vim falar para vocês um pouco sobre a Alemanha. Embora seja um país muito desenvolvido e em constante crescimento no cenário mundial, é ainda pouco explorado por intercambistas comparado a Estados Unidos, Canadá e Austrália por exemplo. É claro que de um tempo pra cá o número de estrangeiros, brasileiros ou não, vêm aumentando consideravelmente no território alemão, seja para estudar em universidades, high schools, mestrados, cursos ou outros tipo de intercâmbio.

mapa da alemanha

Mas esse número ainda é muito pequeno comparado a países “mais procurados” para realizar intercâmbio. Sempre lembrando a primeira frase que minha prof. de alemão Renata me disse ainda nas minhas primeiras aulas no Brasil: “O inglês é essencial e o alemão é o DIFERENCIAL”.

É claro que aprender inglês é importante em todos os sentidos, mas ter um diferencial como o alemão, o francês ou o mandarim no currículo é muito importante também!

Retirei essa citação do site do Goethe Institut – uma das mais famosas e renomadas escolas para se aprender alemão tanto no Brasil, como aqui na Alemanha:

“Quem aprende uma nova língua conhece um novo mundo.”
(Johann Wolfgang von Goethe)

“Alemão é uma das principais línguas na ciência, pesquisa e tecnologia, mas também no âmbito da cultura e do turismo ela é imprescindível. A Alemanha está no centro da Europa e, hoje, mais de 100 milhões de pessoas se comunicam em alemão.”

Vou dar o exemplo da amiga que também é #EmbaixadoraSTB  aqui no Blog do Embaixador, Beatriz Morgado: a irmã dela realizou um intercâmbio para a Alemanha há alguns anos. Ela não sabia falar nada de alemão, mas depois do término do intercâmbio voltou para o Brasil falando alemão fluentemente. Hoje em dia, ela trabalha em uma empresa multinacional alemã com sede no Brasil, e um dos diferenciais para ela ter sido contratada foi o conhecimento na língua alemã.

O país também tem a maior economia da Europa, com um dos mais importantes setores industriais/agrônomos do mundo.  Para os fãs automobilísticos, Porsche, Mercedes, Audi, Volkswagen, BMW… todas essas marcas de carro são daqui.

carro alemão

A Alemanha  é uma nova opção de intercâmbio para vocês, e vir pra cá é uma oportunidade de abrir novos caminhos. Inclusive o STB possui diversas opções de intercâmbios na Alemanha.

Um dos meus principais motivos por ter deixado de lado os Estados Unidos por exemplo, é que morando na Europa eu tenho um leque de opções de programas e viagens muito maior comparado aos quais eu teria nos Estados Unidos.  Por estar sempre perto de tudo aqui, o transporte é muito fácil e eficiente.

O país tem 16 estados, sendo 3 deles cidades-estados: Hamburgo, Bremen e a também capital alemã Berlim. Também é o segundo maior importador e o segundo maior exportador de mercadorias do mundo. Leia mais…


Que tal tomar um legítimo café da manhã inglês?

Publicado em Diário da Rebiscoito | 31 de outubro de 2011 | 10:13 por Rebiscoito

A comida aqui em Londres não é muito boa nem saudável. Porém, eu tenho tentado experimentar de tudo, assim posso falar que gosto ou não das coisas que provo. Os cafés da manhã típicos de Londres são bem gordinhos como aqueles famosos cafés da manhã americanos e reza a lenda de que eles são o melhor remédio para curar uma ressaca braba.

Encontrei um lugar maravilhoso para quem quer experimentar um típico café da manhã inglês, ou levar alguém para conhecer. O Lugar se chama The Breakfast Club e surpreende pelo ambiente divertido e descontraído. Você percebe que o lugar é legal assim que vê a fachada dele. Se estiver passando de bobeira na rua, a frase escrita na frente no mínimo vai chamar a sua atenção: “Today is going to be a good day…” que significa “Hoje vai ser um bom dia…”. Para encontrar o The Breakfast Club, é só descer na estação Liverpool do metrô e perguntar para alguém na rua, pois o lugar é famosinho. Fica numa ruinha meio escondida e não tem um grande letreiro para se achar fácil, portanto é melhor perguntar mesmo. Vale a pena também dar uma olhada no site pois eles tem outros The Breakfast Club’s espalhados pela cidade.

Clique na foto para ver maior

Além de surpreender com a decoração, o The Breakfast Club também faz isso muito bem com a comida. Pedimos os pratos sem muita pretensão e quando eles chegaram eu quis até tirar uma foto. Super bem feitinhos, arranjados e deliciosos! Eu pedi panquecas com presunto, queijo, ovo e maple syrup e o Maikel pediu tostex, com ovo, feijão e linguiça. Aqui eles tem essa mania de comer feijão de um jeito muito estranho. Normalmente os feijões vem em latas e tem esse molho vermelho totalmente adocicado. Eu experimentei e odiei, mas gosto é gosto e meu namorado adora.

Se você preferir uma opção mais light, o cardápio também é recheado de iorgurtes com frutas e pratos menos gordurosos. Pelo que eu entendi eles também funcionam em outros horários tipo almoço e jantar. No dia que eu fui estava rolando uma promoção de Guinnes onde você pagava apenas 2 pounds por cada longneck. Normalmente elas custam 3 pouds e pouco, então até que valia a pena. O café da manhã foi praticamente um almoço levando em consideração a quantidade de comida que comemos e o fato de termos bebido cerveja durante ele. Mas não tem problema, já era meio dia e pouco quando chegamos lá.

Fica a dica para quem mora ou está vindo pra Londres. E ah! Me segue no Twitter pra acompanhar detalhes da minha viagem em tempo real: @rebiscoito


Cultura norte-americana e diferenças culturais: EUA x Brasil

Publicado em Diário da Patrícia | 19 de agosto de 2011 | 09:53 por patilumy

É engraçado como depois de morar aqui nos Estados Unidos há 7 meses já me esqueço de como existem diferenças culturais que podem ser estranhas inicialmente para quem não está acostumado. Notei isso após receber a visita de alguns amigos e perceber como algumas atitudes dos americanos já são normais para mim, mas podem ser diferentes para os brasileiros que acabaram de chegar.

Confiram abaixo algumas das grandes diferenças que temos:

- Para os americanos é normal e faz parte da rotina levar parte da comida para casa depois de comer em um restaurante. Chamado doggy bag ou left over, o garçom sempre pergunta se você quer levar o restante da sua refeição quando você deixa uma quantia grande no prato. As porções aqui nos EUA normalmente são grandes, e por isso é bem comum sobrar bastante e levar uma parte da comida para casa;

- O jantar é a refeição principal dos americanos, e é servido bem cedo. A partir das 17h o jantar já está na mesa e, depois que nos acostumamos, aprendemos a sentir fome nesse horário e não conseguimos mais comer tão tarde como é costume no Brasil;

- O almoço acontece mais na base do lanche. Normalmente comemos um bagel ou um sanduíche com pasta de amendoim (sobre isso, tenho que ser sincera: não sou muito fã) e uma maçã;

- Quando as crianças têm febre, os pais dão algum medicamento para baixar a febre e depois dão um picolé! Aqui ele é chamado de popsicle. Não sei se quanto a vocês, mas na minha família sempre que estávamos com febre não podíamos tomar gelado;

Leia mais…