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Ano novo na Times Square

Publicado em Diário da Beatriz | 05 de janeiro de 2012 | 11:31 por Beatriz Morgado

Ouvi dizer que muitas pessoas sonham em passar a virada do ano na Times Square, em New York. Eu não sei se vivi a experiência a fundo, mas não consigo entender o porquê de sonhar tanto com isso! Já passei a virada em Copacabana e dá de 10 a zero. :P

Mesmo assim, não posso reclamar e nem dizer que não me diverti. Diversão não faltou naquele lugar, ainda mais porque conseguimos reunir um grupo de mais de 15 brasileiras, todas Au Pairs, pra passar pelo mesmo perrengue!

E a saga foi a seguinte:

De sexta pra sábado (dia 30 pro dia 31), me hospedei na casa de uma amiga que mora perto de Long Beach Island, que dá mais ou menos 30 minutos de trem até New York City. Na manhã do sábado, passamos no supermercado para comprar comida e outros suplementos para aguentar as horas de espera no meio da multidão, pois sabíamos que assim que chegássemos lá e nos enfiássemos no meio do povo, seria impossível de nos locomovermos pra buscar comida ou banheiro, pelo menos até meia-noite.

Pra garantir, enfrentamos 1 hora de fila no Mc Donald’s mais próximo da Penn Station (principal estação de trem de New York) para usar o banheiro! Absurdo, mas é uma multidão inexplicável. E diferente do furdúncio de Copa, não existem banheiros químicos espalhados pela rua! Por causa disso, há boatos de que muitas pessoas compram fraldas geriátricas durante a festa na Times Square, pois assim não correm o risco de molhar as calças! Bizarro, né? Mas confesso que durante o aperto que passamos na fila do Mc Donald’s, compreendi melhor a ideia das pessoas que fazem isso! :P

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Fim de semana na Holanda: conheci Amsterdam!

Publicado em Diário da Rebiscoito | 04 de janeiro de 2012 | 11:51 por Rebiscoito

 

No final do ano passado, viajei com o meu namorado para a Holanda. Ele mora em uma cidadezinha bem pequena chamada Borne, que fica a duas horas de Amsterdam. Saímos às 3h da tarde de Londres e chegamos lá por volta das 2h da manhã do sábado. Pois é, foi uma looonga viagem. Fizemos a viagem de carro, então tivemos que pegar uma balsa até a França, passar pela Bélgica e finalmente chegar na Holanda. A viagem normalmente dura em média 7 horas, mas quando estávamos passando pela Bélgica nos perdemos nas estradas e ficávamos indo e voltando. Foi bem cansativo e logo que chegamos na Holanda ele comprou um GPS para usar na viagem de volta, hahaha.


As ruas de Borne são lindas. Todas limpas, certinhas, com sinalização perfeita e casas arrumadinhas. Dá muito pra perceber a diferença da arquitetura entre Holanda e Londres, adorei ter a experiência de ir em uma cidade menor e nada turística nessa viagem. As casas no estilo holandês tem o telhado bem triangular e grande, com jardins bem cuidados e bonitos. Como a cidade era pequena, tive a impressão de estar em um condomínio fechado, de tão bonito e organizado que era!

No sábado, ele me levou para comer carpaccio num bar/restaurante chamado De Twee Wezen, super lindo e delicioso. Deu um pouco de agonia porque lá as pessoas falam holandês e é muito difícil de entender. Na verdade, eu não entendia nada e ele teve que me ajudar a escolher o que eu queria no cardápio. Por sorte, as pessoas normalmente conseguem se comunicar em inglês, mas as placas da cidade, revistas, cardápios e tudo, são todos escritos em holandês.

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Pós-graduação em Nova York e o processo de escolha das aulas!

Publicado em Diário da Baunilha | 03 de janeiro de 2012 | 15:12 por Baunilha

Após voltar da viagem para a Europa com o pessoal do TopDeck, as minhas férias acabaram e já no dia seguinte eu tive que escolher as minhas classes na Universidade de Nova York.

Para quem chegou agora, eu sou a Baunilha, paulista, Embaixadora STB de Nova York e estou começando o meu Mestrado em Telecomunicações Interativas (ITP) na Tisch School of Arts da Universidade de Nova York (NYU).

Se você estiver interessado em saber mais sobre os procedimentos para se inscrever em uma pós-graduação ou mestrado nos Estados Unidos, leia antes esse post aqui! e também esse aqui! 

Voltando, eu estava totalmente ansiosa e não fazia ideia como esse primeiro dia seria para mim. Normalmente, quando você entra em uma faculdade nos Estados Unidos, existe uma semana inteira dedicada à orientação. Por conta do furacão Irene que não me deixou voltar para Nova York à tempo (meu voo havia sido cancelado e fiquei em Londres por mais 5 dias), eu não consegui ir na semana de orientação e estava completamente perdida. Leia mais…


Natal na Alemanha: Adventskalender, Raclette e Brigadeiros!

Publicado em Diário do Raphael, Embaixador | 02 de janeiro de 2012 | 15:21 por Raphael Zilberknop Mendes

Bom dia viajantes!

Queria ter vindo falar dessa experiência natalina mais perto da data com vocês, mas como tinha que viver o momento primeiro e preparar o post para vocês, venho contar apenas agora como foi a minha primeira experiência de Natal longe de casa.

Em diferentes culturas observa-se diversas tradições natalinas, mas na Alemanha é diferente, não existe uma tradição cultivada pela maioria e cada família costuma celebrar de um jeito diferente.

Mas uma coisa que é definitivamente tradicional aqui, são os Adventskalender, nunca tinha visto antes para vender no Brasil, mas por aqui é febre e todo mundo tem o seu. É um calendário pré-natalino. O meu era da Disney. Me lembrei de quando era criança e comia Kinder Ovo só para pegar a surpresa que vinha dentro (Ops, espero que meu pai não leia isso).

Minha host family me deu um de presente no início de dezembro e a cada dia que passava eu deveria abrir uma janelinha, que é claro, possuía um chocolate dentro. Ainda não sei exatamente o porquê, mas de acordo com o meu Adventskalender, o meu Natal chegou antes esse ano, porque será? hehehe.

Foi uma experiência um tanto quanto diferente, já que minha família no Brasil não é tão religiosa e não tem a tradição de celebrar a data. Nunca celebramos o Natal de uma forma “natalina”. O bom no Brasil é que sempre juntamos a família toda para a ceia, mas consideramos o dia como um outro qualquer.

Tive pela primeira vez um Natal com o verdadeiro espírito natalino: Árvore de natal de verdade, velas por tudo que é lugar, músicas natalinas, casa enfeitada e presentes embaixo da árvore esperando para serem abertos.

Primeira árvore de natal de verdade!!

Infelizmente o que eu mais esperava para esse Natal alemão não aconteceu - Neve. Tava torcendo para que nevasse na noite do dia 24 para ter um espírito mais verdadeiro ainda, mas o inverno europeu está desregulado esse ano e nos trouxe apenas o frio.

Na Alemanha, assim como no Brasil, o dia 25/12 é considerado feriado, mas além disso, o dia 26/12 também é feriado nacional. Ficaram com inveja por aí?

Minha hostfamily toda reunida e as festividades começaram cedo. Trocamos presentes, conversamos, fizemos um brinde e então fomos para a ceia.

Como eu citei no começo do post, as tradições por aqui variam bastante, na minha família por exemplo não comemos o tradicional peru. Tivemos de ceia algo novo para mim, o Raclette: Literalmente é um famoso queijo suíço. Mas na prática, é um tipo de ceia que minha host family tem em todos os anos.

Diversos aperitivos, molhos, tipos de carne, queijos e batatas ficam a disposição na mesa e cada um escolhe o que quiser. Tem duas espécies de mini-grelhas que ficam no centro da mesa e você escolhe o que mais gosta, e começa a grelhar.

É prático, porque não requer muito trabalho, cada um come o que gosta e todos saem felizes. Chama-se Raclette, pois esse queijo suíço é tradicionalmente cortado diretamente no prato da pessoa e assim começaram uma pequena tradição de ter pequenas refeições variadas onde cada um monta o que quer em seus respectivos pratos.

Não apenas na minha família, mas como algumas outras famílias alemãs também adotaram esse sistema. Como eu adoro essas comidas variadas que eu costumo chamar de “aperitivos de bar”, fiquei feliz e comi bastanteeee.

Após a ceia principal, eu tinha preparado uma surpresa para a família, uma sobremesa típica brasileira. Brigadeiros, ou como a gente chama no Rio Grande do Sul: “negrinhos”. Eles adoraram, foi sucesso total por aqui, apesar de todos terem dito que é muito doce comparado ao que eles estão acostumados, pediram até para fazer de novo outro dia…

Orgulhoso após terminar de fazer meus brigadeiros.. Ficaram bonitinhos né?

Para quem mora aqui na Alemanha também e ficou com vontade de fazer brigadeiros, é facinho de encontrar leite condensado na maioria dos supermercados. O mais tradicional que é o leite moça, se chama Milch Mädchen por aqui e também tem os derivados que se chamam Kondensmilch.

E assim foi o meu Natal em terras estrangeiras, se vocês também passaram o Natal fora do Brasil, compartilhem também como foram suas experiências e quais foram as diferenças culturais na ceia natalina. Qualquer pergunta relativa as tradições alemãs de fim de ano ou ao meu intercâmbio pode ser feita aqui embaixo nos comentários ou pelo twitter: @raphaelzm.