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Mitos e Verdades sobre o programa Au Pair

Publicado em Diário da Beatriz | 26 de janeiro de 2012 | 09:57 por Beatriz Morgado

Nesse post, listei alguns mitos e verdades sobre o programa Au Pair baseados na minha experiência dentro do programa! Espero que gostem e que possam tirar algumas dúvidas.

Se tiverem dúvidas, deixem comentários aqui no post que eu farei o possível para descobrir se é um mito ou uma verdade!

Dá pra viajar bastante e conhecer muitos lugares durante o programa.

Verdade. 

Esse é um fato super verdadeiro que eu mesma estou aqui para comprovar, mas tenho que ressaltar que tudo depende das suas prioridades.

Desde que decidi ser intercambista, coloquei minhas viagens como maior prioridade, isso significa que é nisso que gasto maior parte do meu salário e do meu tempo planejando muito bem (ou nem tão bem assim) minhas férias e qualquer tempinho extra que tenho.

Da mesma forma, conheço meninas por aqui que torram o tão suado salário de “au poor” em Victoria’s Secret, bolsas carésimas daquela tal de Coach, botas Ugg(LY) de todas as cores e roupas descoladas na Abercrombie.

É o que eu digo… vai de você.

Depois de alguma viagem, se sobra dinheiro, não hesito em me esbaldar num jeans novo como se não houvesse amanhã, afinal também sou um ser humano. E pior: do sexo feminino! ;-)

Vou engordar muito durante meu intercâmbio!

Mito. 

Já escrevi um post no blog Club Au Pair uma vez sobre a alimentação nos Estados Unidos e a conclusão é: assim como a maioria das afirmações sobre o programa Au Pair, esse é mais um fato que depende de você e nada mais.

Se você se desembestar a comer tudo que vê pela frente, é lógico que vai engordar. Se quiser experimentar todas as gordices americanas (Oreos, cupcakes, Kit kats e afins) nos primeiros dois meses, esquecendo que terá um ano inteiro pela frente para dividir as calorias, é claro que você vai engordar. Se nos finais de semana quiser economizar grana e se atirar nos fast foods em vez de aproveitar pra comer uma refeição decente (coisa que sua rotina auperiana, muitas vezes, não te proporciona), é lógico que vai engordar. Se não mantiver o controle e comer as mesmas porcariadas que as crianças comem (os famosos snacks) durante o dia, é claro que vai engordar. Mas há opções. Nem tudo nos EUA engorda. Não fique ansiosa querendo experimentar tudo o que há de novo e rápido, você terá tempo para isso e acredite… até as coisas mais gostosas são enjoativas. Eu que amava Oreos nem acho mais tanta graça assim. Relaxe. Se você quiser, voltará para o Brasil pesando a mesma coisa, um pouquinho de nada a mais ou até mesmo mais magra! Se engordar, não coloque a culpa no intercâmbio, mas observe melhor seus novos hábitos alimentares. Fair enough!

Posso estudar outras coisas, além de inglês, durante meu intercâmbio como Au Pair.

Verdade. 

A intenção do programa Au Pair é fazer com que os intercambistas, além de aprender uma outra língua, vivenciem profundamente uma nova cultura, por isso a sugestão principal é que os créditos de estudo sejam cumpridos com aulas de inglês ou com estudos sobre os Estados Unidos (como história da música americana, da moda e até mesmo literatura, depende do que a escola mais próxima de você tem a oferecer).

Eu, no meu maior espírito rebelde, fiz tudo ao contrário. Leia mais…


Passeando pelas ruas de Auckland

Publicado em #STBDiscover | 25 de janeiro de 2012 | 08:19 por Gustavo Bricks

Ahhhhhhhhh, finalmente o ar fresco da Nova Zelândia!

Saí do avião aliviado por deixar para trás mais de 24h de voo, olhei para o aeroporto agitado, dei aquele suspiro e coloquei o pé na estrada. A primeira coisa que aprendi logo de cara é que o povo daqui é bem amigável, mas bem amigável mesmo!

Você pede informações e eles fazem questão de te ajudar da melhor maneira possível (às vezes até demais).

- Por favor, qual a melhor maneira de chegar na cidade?

- Ah, você pode ir de TAXI, mas vai sair caro, ou pegar esse ônibus que sai de 15 em 15 minutos, mas se você esperar um pouco eu posso te levar.

- Não precisa, eu realmente não quero incomodar.

- Tem certeza? Para mim não custa nada!

- Não precisa mesmo, mas muito obrigado!

- Sem problemas, deixa eu pelo menos te ajudar a achar o ponto de ônibus!

Talvez para a galera daí do Brasil isso possa até ser um pouco assustador. Mas existem algumas culturas que realmente são assim, as pessoas sempre estão  dispostas a ajudar (os irlandeses e escoceses que o digam). No caso da Nova Zelândia, essa tradição vem da cultura Maori.

Segui de ônibus feliz da vida, aproveitando para ir me familiarizando um pouco com as paisagens naturais da ilha. Alguns pontos para frente, tive a minha primeira surpresa!

Um menino que estava no ônibus sentou do meu lado e se apresentou…em português!

Eu estranhei o fato de ele ter adivinhado que eu era brasileiro, mas ele me contou que suspeitou de cara, mas teve certeza mesmo quando viu a mochila do STB! Comecei a conversar com o Rodrigo (depois de 5 minutos de conversa finalmente resolvemos nos apresentar) e ele me contou que veio em 2009 pelo STB estudar inglês aqui na Nova Zelândia e teve uma experiência tão fantástica que acabou, como muitas outras pessoas, se apaixonando.

Depois que ele se formou, deu entrada em toda a documentação necessária e veio para cá trabalhar na LAN (companhia aérea chilena que faz o trajeto Chile/NZ). Era a oportunidade perfeita, já aproveitei esse encontro para pegar dicas sobre Auckland, tanto do ponto de vista de um estudante como de um morador local!

Me despedi do Rodrigo e desci em grande estilo na Queens Street, uma das principais ruas de Auckland onde ficam concentradas muitas lojas, fast foods, cinemas, bares, clubes. Essa rua é praticamente a coluna vertebral do centro da cidade, além de abrigar prédios históricos como a Town Hall e o The Guardian office building. Ela também é casa do Britomart Transport Centre (terminal que une as linhas de ônibus e trem) e termina exatamente no Ferry terminal (onde você pode pegar balsas para diversos destinos). Um ótimo ponto de referência para os turistas de primeira viagem (como eu)! Leia mais…


Apresentando nosso novo #EmbaixadorSTB André Cywinski

Publicado em Diário do Cywinski, Embaixador | 24 de janeiro de 2012 | 10:53 por Andre CW

Muitas vezes me chamam de louco, devido as maluquices que faço até hoje em uma vida, vivida sobre pranchas. Além de ser snowboarder e skatista profissional, sou jornalista, fotógrafo e vídeo produtor. Há quase 20 anos minha rotina tem sido a mesma, preparar equipamentos, fechar as malas e partir para algum destino desse nosso incrível planeta, sempre em busca da neve, da natureza e dos lugares mais inusitados e peculiares do mundo.

André Cywinski - snowboard na califórnia

A partir deste primeiro post, eu os convido a me acompanharem nessa viagem através de relatos de histórias, sempre recheadas de imagens que ilustrem cada uma das situações vividas. Estejam certos de que vocês viajarão comigo nesse fascinante mundo que minhas pranchas percorrem, meus olhos podem enxergar e minhas câmeras conseguem captar.

Sendo assim, sejam bem vindos pois já embarcamos em nossa primeira viagem. Acabo de chegar em South Lake Tahoe, região montanhosa do estado norte americano da Califórnia. Ao chegar, após 10 horas de viagem dirigindo desde Los Angeles, tive um momento de decepção, pois não havia tanta neve espalhada pela cidade. Mas de qualquer forma o lugar, mesmo sem neve, é lindo. Em meu próximo post, apresentarei a vocês as belas paisagens desse imponente destino turístico e porque não mostrar também um pouco de ação na prática do snowboard, que é o esporte mais procurado e praticado por aqui. Então está combinado! Prazer em conhecê-los e até nossa próxima história.


Terminei meu curso de inglês na Kings Colleges!

Publicado em Diário da Rebiscoito | 23 de janeiro de 2012 | 10:37 por Rebiscoito

Ai gente, nem conto pra vocês que esses 4 meses que fiquei estudando inglês aqui em Londres passaram TÃO rápido… Agora só tenho mais 1 mês na Terra da Rainha e confesso que não vai ser suficiente. Por isso estou mexendo todos os pauzinhos que posso para tirar um visto de estudante e poder voltar pra cá no ano que vem, mas isso envolve voltar para o Brasil pra tirar o visto e tal. Então eu conto em outro post ;D

Agora queria falar um pouco sobre a experiência que tive na Kings Colleges, uma das escolas parceiras do STB aqui em London. Já escrevi um post bem completinho sobre ela aqui: Estudando inglês na Kings Colleges, mas queria contar um pouquinho mais agora que o curso acabou.

Certificado do Kings Colleges de Londres

Há algumas semanas atrás, o pessoal da escola chamou alguns estudantes brasileiros para ir na escola em um sábado, conversar com alguns agentes de viagem que estariam vindo do Brasil para conhecer a Kings e queriam saber um pouco mais sobre a nossa experiência. Eu topei na hora, fiquei super feliz com a oportunidade de ajudar falando de tudo que estava vivendo aqui. Quando cheguei na escola sábado de manhã, percebi que tinha sido a única estudante brasileira a comparecer no evento e daí veio a surpresa: o pessoal visitando a escola era todo do STB! E de várias partes do Brasil! Ainda bem que eu aceitei o convite pois todos eles me conheciam por causa dos posts aqui no Blog do Embaixador e ficaram super felizes ao me verem lá. Quem não gostou muito da notícia foram os diretores da escola, pois aparentemente eles mal sabiam que uma Embaixadora STB estudava  lá e gostariam de ter dado uma atenção especial pra mim, já que eu escrevo sobre a escola para o Brasil inteiro e poderia dar uma puxadinha de saco pra eles, né? hehehe. Mas isso na verdade nem precisou, pois eu adorei a escola e super recomendo para quem quer vir estudar inglês em Londres!

Eu fui com o pessoal do STB e os diretores da escola visitar uma das casas de família que a Kings Colleges oferece. A maioria dos meus amigos que estudaram comigo, moravam em casas de família lá em Beckenham, que é a cidade onde a fica a escola e é a uma hora do centro de Londres.

casas de familia da Kings Colleges
Como opção de moradia, eles oferecem as casas de família ou residências de estudante, e isso depende do perfil de cada aluno. Como eu queria morar no centro de Londres, minha moradia não tinha vínculos com a escola. Mas como muitos de vocês já viram, eu escrevi sobre ela aqui: Britannia Student Living.

Pelo que entendi, as casas de família que a Kings Colleges oferece variam de acordo com o perfil de cada estudante. Essa que visitamos era uma casa bem grande, que abrigava no máximo 6 estudantes diferentes e tinha o perfil de família para estudantes mais novos, que ficariam por um longo período de tempo estudando na Inglaterra. Nesse perfil, os estudantes tem geralmente entre 14 e 16 anos, e costumam passar um ou dois anos aqui, e são tratados pela família como filhos mesmo… Fazem programas juntos e têm horário para voltar pra casa, além de ter sua estadia acompanhada bem de pertinho, para manter a segurança e bom aprendizado dos alunos. Mas esse não é o padrão de todas as casas de família. Dependendo da sua idade você pode ter mais liberdade para ir e vir, sem depender tanto de quem mora com você. Um dos maiores benefícios em morar numa casa de família, é que você tem a experiência completa de morar na Inglaterra. Sente na pele como funciona a cultura daqui e pode treinar seu inglês conversando diariamente com as pessoas da sua família.

Fiquei meio sem graça de tirar foto dentro da casa, mas “peguei emprestada” uma foto no Facebook de uma amiga da minha sala, esse é o quarto dela na casa de família que ela mora: Leia mais…