
Tudo aqui na Nova Zelândia por si só já é estranho, mas estudar em uma escola Kiwi é a experiência de estar de outro planeta! O método é inglês, então é muito diferente dos filmes americanos e, principalmente, das escolas brasileiras. Vou tentar explicar como é o meu dia-a-dia no Takapuna Gramma College:

Pedro e eu muito felizes e bem-vestidos no primeiro dia de aula!
AULAS E PROFESSORES: Ao escolher as matérias no primeiro dia de aula, a escola vai montar o Timetable – o horário de aulas – e cada estudante tem o seu individual. São cinco períodos, começando às 9h e terminando às 15h10. As aulas são legais, mesmo na primeira semana eu não entendendo muita coisa do que os professores falavam, mas é normal! Eles costumam passar muitos exercícios em classe e sentamos em duplinhas, então é bem bacana para fazer amizades. Não esperem estudar loucamente como no Brasil: os assuntos costumam ser mais fáceis e as atividades bem ‘primárias’ - hahaha. Eu e meus amigos do Brasil ficamos inconformados em ter que colorir mapas na aula de geografia e fazer recortes na aula de hospitality, mas depois a gente foi pegando o jeito!
ESPAÇO FÍSICO: No primeiro dia li no meu Timetable: “P. 1 L2Math N34″. E isso só me disse que eu tinha aula de matemática. A escola é enorme e cheia de blocos, prédios e salas com numeração descordenada, então achar a sala certa requer boa memória. “P.1″ é o primeiro perídodo do dia, “L2″ o nível, “N” o bloco e “34″ a sala. Com o tempo, mais uma vez, vamos pegando o jeito! Quando acaba uma aula temos que ir correndo para a outra, que pode ser na sala do lado ou no bloco mais distante de todos (só para constar, não é legal quando chove). (mais…)


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Oi galera! Eu sei que sumi um pouquinho, mas eu tenho um bom motivo e uma boa notícia para vocês! O motivo é que eu fui passar as férias de julho em Singapura e eu não tinha tempo nem computador para poder contar minhas news para vocês. A boa notícia é que além de contar como são as coisas aqui na Austrália, também vou falar da minha viagem das férias.
Agora vocês devem estar pensando “que coisa estranha, a Vivi está na Austrália e foi passar férias em Singapura?” Pois é, eu também acharia estranho, mas eu decidi ir para lá porque minha mãe está morando lá com meu padrasto e para melhorar mais ainda, meu namorado também podia ir para lá passar as férias comigo! Então, eu juntei várias coisas boas em uma viagem só: conhecer um país novo e ainda matar a saudade da minha mãe e do meu namorado. Querem coisa melhor?

Bom, tudo começou quando eu tive a idéia de passar as férias do meio do ano no Brasil, que não deu certo porque ia ser muito complicado e minha mãe achou melhor eu conhecer outro lugar. Então, pensamos em Singapura, que é um país incrível, mesmo sendo super pequeno. Conversei com a coordenadora da escola, comprei a minha passagem, mandei um formulário de autorização para minha mãe assinar e um para a coordenadora STB de Sydney, que é responsável por mim. Foi muito simples porque a minha mãe estaria lá para cuidar de mim, então o governo daqui libera tranquilamente.
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Um hábito que nós não temos muito no Brasil, mas aqui em Nova York é automático e quase que obrigatório é dar gorjetas. Mais que um hábito, uma obrigação. Quase em todos os locais de serviços que você utiliza, essa prática é esperada. E fica feio se você não libera a chamada “tip” para quem te atendeu. Por não ser uma prática tão comum no Brasil, quem vem para cá acaba deslizando nesse erro ou não sabe como proceder, quanto é esperado de gorjeta, então vou dedicar esse post a esclarecer essas dúvidas.
Basicamente, os principais lugares que o prestador de serviço está esperando sua tip são:
- Restaurantes
Em restaurantes, 15% do total da conta é o normal, mostra que você recebeu um bom serviço. 10%, diferente do Brasil, quer dizer que você não foi atendido muito bem. Se quiser dar mais do que 15%, claro que pode, aí é por conta da sua generosidade. O que acontece é que esses profissionais em sua grande maioria não recebem salário, todo seu ganho vem das gorjeta!
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Termina mais um dia de mão na massa! O trabalho está pesado, mas estamos recebendo cada vez mais voluntários e moradores para somar forças, só assim conseguiremos realizar o máximo de ações possíveis.
A correria é intensa e muita coisa acontece ao mesmo tempo. Pinta a casa, marca o terreno, constrói um banquinho, organiza o mosaico, brinca com as crianças, estoca o material, planta as mudas, prepara o piso para o parquinho, corre para um lado, corre para o outro e muito mais… mas tudo isso vale a pena quando recebemos um sorriso largo de uma criança, um muito obrigada de um morador e ficamos com aquela sensação de que estamos nos transformando!
E amanhã tem mais!

As meninas pintando e a Amandinha vistoriando, rs.

Não existe dificuldade, ein?

Galerinha com a mão na massa!
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