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Como funciona a extensão do programa Au Pair?

Publicado em Diário da Beatriz | 10 de abril de 2012 | 15:35 por Beatriz Morgado

Já estou perto de completar 1 ano como Au Pair aqui nos EUA! O tempo voou, perdi completamente a noção, gente!

Desde que cheguei aqui, vi muitas amigas voltando para o Brasil ou, no caso das “gringas”, para seus respectivos países. Vi muita gente nova chegar e me dei conta que aquele sentimento de novata sempre pedindo ajuda foi embora e me tornei uma das veteranas que dá conselhos e dicas para quem está começando a descobrir como essa vida funciona. Foi tudo muito rápido! Às vezes parece que foi ontem que cheguei aqui e tive minha primeira homesick!

Mas tenho uma novidade para contar pra vocês: eu não sou uma das que volta pra casa ao completar um ano! Pois é, ainda tenho uma longa jornada a ser cumprida aqui nos EUA e vou explicar o porquê:

Inicialmente, uma Au Pair se inscreve no programa para ficar 1 ano nos Estados Unidos curtindo a experiência. Mas o que pouca gente sabe é que esse é um dos únicos programas que oferece a possibilidade de extensão, ou seja, 1 ano é o mínimo que você pode ficar aqui! Se após esse período você sentir mais ou menos as mesmas coisas que eu estou sentindo agora, que é de que ainda tenho muita coisa pra fazer nesse país e que, apesar da saudade, ainda não estou pronta pra voltar pra casa, você tem a opção de estender sua estadia por mais 6, 9 ou 12 meses, sendo que o tempo total que você pode ficar nos EUA como Au Pair é de 2 anos (o primeiro + a extensão de 12 meses), sem contar com o mês extra que toda intercambista ganha no final do programa para poder viajar, mas esse mês é opcional e não inclui estadia extra na casa da host family e nem salário.

1. Seu DS form vai parecer bastante com esse papel da primeira foto! 2. Esse trecho é parte da papelada que chegou aqui em casa com a aprovação da extensão do meu programa!

É importante ressaltar que algumas coisas importantes mudam na vida da Au Pair durante o período de extensão. O fator que considero principal é o fato de que seu visto expira, portanto, você apenas recebe um formulário DS novo, que te autoriza a morar legalmente no país por um tempo determinado (depende do período que você escolheu para estender). Pelo fato de você continuar com o mesmo visto e só possuir uma autorização, isso te impede de sair do país e voltar. Então, se no segundo ano você quiser visitar sua família no Brasil nas suas férias ou fazer qualquer outra viagem para fora dos Estados Unidos, não será possível. Leia mais…


Dez coisas que aprendi morando em Londres

Publicado em Diário da Rebiscoito | 10 de abril de 2012 | 10:44 por Rebiscoito

Pois é meus amigos… Pouca gente sabe, voltei para o Brasil. Mas fiquei apenas o tempo de tirar um outro visto e já estou de volta a Londres! Apesar de ser um tempo considerado ótimo para aprender inglês, acho que 6 meses não foram o suficiente para ver e viver tudo que eu tinha que viver por aqui!

Pensando nisso, achei legal fazer tipo uma retrospectiva de tudo. Depois que cheguei no Brasil, percebi que tinha mudado como pessoa e acho muito importante compartilhar isso com vocês, principalmente se estão pensando em se jogar no mundo como eu fiz.

 

1. A Europa não é perfeita e o Brasil é muito melhor do que a gente pensa!

A gente fica tanto com essa ideia de que tudo na Europa é perfeito e organizado, que esquecemos um pouco de dar valor ao que a gente tem no Brasil. Claro, São Paulo é um caos, a cidade é suja, tem bastante gente mal educada… Mas já pararam pra pensar como o clima é bom? Não neva, temos vários dias de Sol, calor ou até aqueles dias quentes, mas fresquinhos. O inverno de Londres dura uns 7, 8 meses e quando é verão o povo lá dá muito valor! Diferente da gente que está sempre reclamando do calor. Em Londres as ruas também eram sujas. E a comida é sem gosto, não dá nem para comparar com a comida do Brasil. Temos muito mais opções de restaurantes com preços mais em conta e a nossa comida é mais saborosa. Isso posso dizer com certeza! Mas cada país tem suas particularidades, boas e ruins. Não podemos ficar comparando e nem endeusando um país, porque a grama do vizinho não é sempre mais verde.


2. Precisamos voltar a dar valor aos pequenos detalhes da vida.

Quando a gente vai para outro país, ficamos muito mais vulneráveis a tudo, então tendemos a ficar mais abertos a novas experiências e dar mais valor as pequenas coisas da vida. A arquitetura da cidade, os ladrilhos que eles colocam nas calçadas. O jeito que os ingleses andam, se vestem… E até uma balada chata que a gente vai, mas que acha divertida porque não conhece nenhuma outra melhor. A gente fica mais apto a aceitar as diferenças, a não reclamar de tudo. Quando voltei daqui pro Brasil, percebi que nem a minha balada preferida fazia mais sentido pra mim. É estranho porque parece um pouco de crise de identidade… Mas eu tenho tido vontade de fazer coisas diferentes e simples como encontrar os amigos em um parque e passar a tarde inteira conversando com eles até o Sol se pôr. É o tipo de coisa que a gente perde um pouco depois de morar por muito tempo no mesmo lugar. Parece que nada é novo, nada surpreende. Mas precisamos ser mais aberto aos detalhes e deixar as coisas tocarem a gente de uma forma diferente. Se não nada muda, tudo vai ser sempre igual e um pouco entediante. Leia mais…


CONTIKI Grand Explorer NZ – Com direito a bola humana rolando morro abaixo!

Publicado em #STBDiscover, Dicas de Viagem | 09 de abril de 2012 | 16:00 por Gustavo Bricks

Bom moçada, hoje começo esse post saindo de Sydney rumo (de novo, tô voltando) a Auckland, Nova Zelândia. Chegando lá, a mesma coisa: mala, alfândega, a preocupação com os produtos naturais que não podem entrar no país, ônibus e hotel. Aproveitei o fim do dia para dar um pulo no cinema e curtir o sábado à noite na cidade das velas.

Dormi e no outro dia acordei novinho em folha! Pronto para esse próximo passo da aventura: CONTIKI GRAND EXPLORER. Subi para a cobertura do hotel e tomei um café da manhã reforçado com vista para a cidade. Uau!

Fechei minha mala, arrumei as coisas e desci para a recepção para encontrar meus novos amigos. Eita frio na barriga… com o passar dos anos fui perdendo todos os meus medos e ansiedade, falar em público hoje é moleza. Meu único problema é chegar em lugares, mas nada melhor do que muitas viagens e prática para dar um jeito nisso também, né?

Um ponto muito importante a respeito do CONTIKI é que eles são bem pontuais, mesmo. Onze e quinze É onze e quinze, o que na verdade é uma maravilha, porque você sabe a hora que vai sair e chegar nos lugares e não tem que adivinhar, como no Brasil, quando 11:15  significa 13:40 ou 14:20.

Conheci alguns dos novos integrantes, gente de todos os lugares do mundo. No primeiro dia de CONTIKI nosso guia, que aqui era o Brendan, um descendente de Maori tradicional (imagina aí: um gigante, careca, com uma porção de tatuagens e muito, muito legal), entrega uma folha com todos os opcionais de cada cidade. E  a gente pode escolher pra onde quer ir, montando nossa viagem da maneira que quiser. Se não quiser fazer nada, só andar pelas cidades… pronto, não faz nada. Mas se você quiser aproveitar os melhores passeios com preços promocionais, sem filas ou burocracia, basta circular as opções e pronto. Tá feito.

Eu montei o meu cronograma pensando em mostrar pra vocês coisas divertidas e novas. Quando o ônibus com o resto da turma chegou, me surpreendi. Tinha bem mais meninas do que meninos. Algo um tanto quanto curioso.

Entrei no ônibus e de cara já conheci a Carla.

Carioca, gente finíssima, ela estava aproveitando as férias do seu curso de Engenharia Ambiental. Passou no STB e comprou um curso de inglês, na Embassy CES de Sydney (já falei para vocês, o quão legal é, né?) e aproveitando que já estava nessa parte do mundo comprou também o  CONTIKI pelas duas ilhas da Nova Zelândia. Não preciso nem dizer que ela tá curtindo muito aqui e já virou xodó de todo mundo! Leia mais…


Uma tarde no Bioparc!

Publicado em Diário do Grégory | 09 de abril de 2012 | 10:38 por Rodrigo Ferreira

Em Valência, há muitas atrações “ecológicas”. Além dos diversos parques e jardins, também há um aquário, o Oceanográfico e o Bioparc.

Vista da ponte de entrada do Bioparc

O Bioparc é um zoológico gigantesco que está localizado no norte da cidade. Ele foi criado com o fechamento do zoológico de Valência, que estava no Parque dos Jardins Reais, em 2008. O Bioparc recebeu os animais do antigo zoológico e adquiriu muitos outros.

O Leão

O legal, e a diferença do Bioparc para os outros zoológicos é que ele foi projetado para estreitar a distância entre os animais e os visitantes. Os animais ficam muito perto das pessoas! Em algumas áreas, é possível andar ao lado deles, inclusive.

Muuuuito perto dos Flamingos!

Em algumas partes essa separação é feita com fossas, outras com rios e outras com vidros reforçados. O Parque é dividido em 4 partes que recriam os ambientes da África, com suas vegetações: Ilha de Madagascar, África Equatorial, Pântanos e Savana. Leia mais…