A capital histórica da Alemanha, Berlim (Parte 2)
Publicado em Diário do Raphael, Dicas de Viagem, Embaixador | 21 de dezembro de 2011 | 10:22 por Raphael Zilberknop Mendes

Eu tinha comentado no meu primeiro post sobre Berlim que tive a oportunidade de conhecer o Portão de Brandemburgo e o Reichstag. No nosso segundo dia de viagem, tivemos um dia mais longo e conhecemos mais um pouco de Berlim. Fomos ao Palácio de Charlottenburg, ao Checkpoint Charly, ao Monumento ao Holocausto, à Potsdamer Platz, à Kürfurstendamm (Ku’damm) e ao Europa Center.
Acordamos bem cedo pela manhã e, após um café da manhã reforçado, partimos para o nosso primeiro destino: Schloss Charlottenburg (Palácio de Charlottenburg). Fizemos um tour guiado com áudio e fomos conhecendo a história desse palácio que foi construído no estilo barroco italiano entre 1695 e 1699.

O palácio é realmente bem bonito por dentro e por fora, foi parcialmente destruído ao longo de sua história mas foi reformado para tentar reconquistar ao máximo a sua identidade original.

Hoje em dia, o palácio serve apenas como museu, mas um detalhe curioso na sua história é que durante os anos de 2004 e 2006 ele serviu de sede para o Presidente da Alemanha, pois o Palácio Bellevue, que era sua residência oficial, estava sendo reformado. Recomendo a visita, realmente muito bonito.
Logo após o Palácio de Charlottenburg, nosso próximo destino foi o Checkpoint Charly, um posto militar entre a Alemanha Ocidental e a Alemanha Oriental durante a Guerra Fria. Era apenas um de vários postos militares espalhados por Berlim, mas acabou se tornando um símbolo da Guerra Fria, representando a separação do leste e do oeste.

Infelizmente, não entramos no Checkpoint Charly, mas vale muito apena ir até lá, nem que seja para conhecer a atmosfera do lugar. Tem vários cafés e barzinhos legais para sentar e tomar alguma coisa. Normalmente é um local cheio de turistas.
Uma dica que eu dou para quem for ao Checkpoint Charly é levar o seu passaporte brasileiro. Pagando apenas €1 eles carimbam o seu passaporte como se você tivesse viajando da Alemanha Oriental para a Alemanha Ocidental.
Seguindo nosso dia corrido, fomos direto para o Holocaust-Mahnmal (Monumento ao Holocausto). É claro que foi um dos lugares mais tristes que tive a oportunidade de conhecer, mas a experiência e o que você sente quando vai lá é algo inexplicável.

Foi projetado pelo arquiteto Peter Einsenman e, de acordo com o texto do projeto dele, os blocos são desenhados para produzir uma intranquilidade, um clima de confusão, e a escultura toda ajuda a representar um sistema supostamente ordenado e que perdeu o contato com a razão humana. Leia mais…



























