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Teatro em Nova York: Broadway, Off-Broadway e Off-off-Broadway

Publicado em Diário da Baunilha, Dicas de Viagem | 23 de fevereiro de 2011 | 09:00 por Baunilha

Em uma cidade como Nova York, com tantas opções de lazer e entretenimento, pode ser difícil decidir por onde começar. Mas assim que você encontra sua paixão (ou suas paixões) pela cidade, é difícil largar.

Eu nunca fui uma pessoa “do teatro” devido a diversas experiências ruins que tive em algumas peças em São Paulo. Você acaba só sabendo mais ou menos por conta da crítica. Não existe tanto boca-a-boca e propaganda como com os filmes. E eu quase nunca checo as críticas antes de sair para uma peça.

Mas foi aqui em Nova York que comecei a me interessar mais e mais por essa arte, e ir ao teatro virou meu novo hobby.

Aqui existem os famosos musicais da Broadway que muitas vezes são exportados ao Brasil no Teatro Abril, por exemplo. Mas também existem várias peças-peças muito boas.

Uma denominação que agora entendo o que significa são os termos nova-iorquinos “Broadway”, “Off-Broadway” e “Off-off-Broadway”. Esses termos pouco se relacionam à localização geográfica do Teatro. Se ficam perto ou longe da Broadway pouco importa. Também não estão relacionados à qualidade da peça. Eles estão relacionados é ao tamanho do teatro e, indiretamente, tamanho da produção.

Às vezes comparo com o cinema. Adoro os musicais da Broadway e suas fantásticas produções, assim como também gosto de filmes Blockbuster, de ação, aventura, comédia. Mas sempre é bom também ver um filme mais “cabeça”, drama, cult, os indicados ao Oscar ou os vencedores do Festival Sundance. É assim que eu vejo alguns dos Off-Broadway. Mas claro que essa regra tem exceção.

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Como economizar em Londres – Parte I

Publicado em Dicas de Viagem | 21 de fevereiro de 2011 | 09:30 por Alessandra Marcondes

Londres é o sonho de muitos viajantes, cujos olhos brilham só de pensar nos ônibus de dois andares, na London Eye, no charme do sotaque britânico e nas infinitas opções de diversão nesta, que é uma das cidades mais culturais do planeta. Sabendo que pode assustar um pouco a ideia de colocar na ponta do lápis o custo de um intercâmbio calculado em libras, daremos algumas dicas de como economizar em Londres, pois um intercâmbio na terra da rainha está mais perto do que você espera. Neste primeiro post, falaremos sobre transporte e acomodação, itens indispensáveis em um intercâmbio:


Transporte

Para se locomover, adquira um Oyster Card assim que chegar na cidade. É um cartão magnético recarregável aceito em ônibus, metrôs e trens, e com ele a passagem pode custar até metade do preço do ticket unitário em papel (você pode pagar £1,80 por uma viagem que sairia £4 sem o cartão, dependendo de em que zona está e para qual vai). Também existem as opções de passes semanais e mensais, que resultam em uma boa economia para quem vai passar uma temporada longa em Londres. Já para viajar dentro da Europa, os trens são a alternativa mais famosa, mas não a mais barata: o Reino Unido tem o sistema ferroviário mais caro do continente. Mesmo assim, conhecer a Europa de trem é uma experiência incrível, e uma forma de economizar é comprando seu passe com antecedência em uma loja do STB, que oferece tarifas especiais em conjunto com a BritRail.

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Inverno em NY: guia de sobrevivência

Publicado em Diário da Baunilha, Dicas de Viagem, Intercâmbio | 11 de fevereiro de 2011 | 09:00 por Baunilha

Esse é meu primeiro intercâmbio e também meu primeiro inverno rigoroso. Para alguém dos trópicos é realmente uma fase complicada. Por mais que temos “inverno” no Brasil, nada se compara com o frio e a neve de Nova York. É bonito, diferente, mas também congelante.

A temperatura média de Nova York nessa época, que dura do final de Novembro ao final de Fevereiro, é de 0º Celsius. Cheguei a pegar aqui -13ºC. Mas parece que depois de algum grau por aí, você nem nota mais a diferença.. Se está -1ºC ou -10ºC não importa mais, você só sente que está muito frio!
Para quem não está acostumado a isso e pretende fazer intercâmbio, ou mesmo vir visitar, algum lugar com um inverno-inverno, preparei um “guia de sobrevivência”.


Mãos, Pés e Orelhas
Começando pelas extremidades, acho que é o mais importante. Não importa quantos casacos você vestiu, se seus pés, mãos e orelhas estão descobertos, você começa a sentir muito frio. Para evitar isso, saia sempre com luvas quentes, sapatos confortáveis e acolchoados especiais para inverno, gorros e protetores de orelhas. Não é exagero, quanto mais fofinho e protegido, melhor!

E para quem tem iphone, ipod ou qualquer coisa do gênero e fica naquele coloca e tira as luvas, nada melhor que as Tec Touch Gloves.

Parece besteira, mas a diferença que o protetor de orelha faz é absurda! A minha marca favorita de protetores de orelha, aqui chamados de “earmuffs” é a 180s. Normalmente eles custam $30, mas comprei o meu no Filene’s Basement em liquidação por $10 (saiba onde encontrar peças com desconto nesse post aqui – Compras em NY: Roupas – Outlets)e vem ainda com uma saída interna para ligar os headphones.

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Bairros de Nova York: Hell’s Kitchen

Publicado em Diário da Baunilha, Dicas de Viagem | 07 de fevereiro de 2011 | 09:00 por Baunilha

Há um tempinho atrás eu escrevi um post sobre o bairro no qual estava morando na época, o Upper West Side. Continuando a sequência, no final de setembro eu me mudei para um bairro um pouco melhor localizado. Hell’s Kitchen, também conhecido como Clinton e Midtown West, é outro bairro de Manhattan em Nova York.

Se você está no Upper West Side e anda em direção à downtown direto, você sairá bem em Hell’s Kitchen, que começa na Rua 34 e vai até a Rua 59, e da 8ª Avenida ao Rio Hudson. Antigamente o bairro abrigava matadouros e fábricas, mas hoje é difícil encontrar um simples espaço vazio por aqui, devido a quantidade de prédios, comércios e restaurantes.


O que mais me atrai em relação a esse bairro é a 9ª Avenida com sua centena de restaurantes bons e baratos. Uma enorme gama de opções que incluem culinária Chinesa, Japonesa, Tailandesa, Brasileira, Italiana, Mexicana, Venezuelana, Americana, Argentina, Grega, Francesa, Árabe e muitos outros. Passar fome é o que você não vai aqui.

São restaurantes bem estilo Nova York, para sentar, comer e sair. Não é fast food, mas é bem rapidinho, pois espaço na cidade é o que falta, então você pode se encontrar acotovelando seu vizinho. Mas acostume-se, isso é Nova York! Os preços são ótimos e a qualidade também. Não é algo chique, para privacidade de um primeiro encontro, é algo cotidiano, para curtir um jantar fora de casa (ou do hotel), sem gastar muito. Leia mais…