Estudando em uma escola Kiwi


Tudo aqui na Nova Zelândia por si só já é estranho, mas estudar em uma escola Kiwi é a experiência de estar de outro planeta! O método é inglês, então é muito diferente dos filmes americanos e, principalmente, das escolas brasileiras. Vou tentar explicar como é o meu dia-a-dia no Takapuna Gramma College:

Pedro e eu muito felizes e bem-vestidos no primeiro dia de aula!

AULAS E PROFESSORES: Ao escolher as matérias no primeiro dia de aula, a escola vai montar o Timetable – o horário de aulas – e cada estudante tem o seu individual. São cinco períodos, começando às 9h e terminando às 15h10. As aulas são legais, mesmo na primeira semana eu não entendendo muita coisa do que os professores falavam, mas é normal! Eles costumam passar muitos exercícios em classe e sentamos em duplinhas, então é bem bacana para fazer amizades. Não esperem estudar loucamente como no Brasil: os assuntos costumam ser mais fáceis e as atividades bem ‘primárias’ -  hahaha. Eu e meus amigos do Brasil ficamos inconformados em ter que colorir mapas na aula de geografia e fazer recortes na aula de hospitality, mas depois a gente foi pegando o jeito!

ESPAÇO FÍSICO: No primeiro dia li no meu Timetable: “P. 1 L2Math N34″. E isso só me disse que eu tinha aula de matemática. A escola é enorme e cheia de blocos, prédios e salas com numeração descordenada, então achar a sala certa requer boa memória. “P.1″ é o primeiro perídodo do dia, “L2″ o nível, “N” o bloco e “34″ a sala. Com o tempo, mais uma vez, vamos pegando o jeito! Quando acaba uma aula temos que ir correndo para a outra, que pode ser na sala do lado ou no bloco mais distante de todos (só para constar, não é legal quando chove). (mais…)

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Guia: Como dar gorjetas em Nova York


Um hábito que nós não temos muito no Brasil, mas aqui em Nova York é automático e quase que obrigatório é dar gorjetas. Mais que um hábito, uma obrigação. Quase em todos os locais de serviços que você utiliza, essa prática é esperada. E fica feio se você não libera a chamada “tip” para quem te atendeu. Por não ser uma prática tão comum no Brasil, quem vem para cá acaba deslizando nesse erro ou não sabe como proceder, quanto é esperado de gorjeta, então vou dedicar esse post a esclarecer essas dúvidas.

Basicamente, os principais lugares que o prestador de serviço está esperando sua tip são:

- Restaurantes

Em restaurantes, 15% do total da conta é o normal, mostra que você recebeu um bom serviço. 10%, diferente do Brasil, quer dizer que você não foi atendido muito bem. Se quiser dar mais do que 15%, claro que pode, aí é por conta da sua generosidade. O que acontece é que esses profissionais em sua grande maioria não recebem salário, todo seu ganho vem das gorjeta!

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Como se comunicar na Nova Zelândia


Para quem pretende ficar no mínimo 6 meses na NZ, é essencial ter um chip neozelandês. Seja para se comunicar com os amigos da escola, mandar SMS, avisar a sua hostmom que hoje não vai jantar (elas ficam muito bravas se não foram avisadas!), pedir um táxi, ligar para a orientadora STB em uma situação de emergência… Enfim, você vai precisar.

Existem duas grandes empresas nesse ramo: Vodafone e Telecom NZ. Mas todos aconselham a primeira, que além de ter uma cobertura maior, tem parceria com todas as empresas do Brasil. Dá para desbloquear o celular aí mesmo e só colocar o chip aqui, mas se quiser ficar com os dois números pode comprar o aparelho aqui também. Só o chip custa NZ$30 + crédito mínimo de NZ$20. Com o celular mais barato sai por cerca de NZ$ 80 + crédito mínimo de NZ$20.

O sistema de telofonia aqui é muito simples e não tem nada mais em conta e prático do que ter um pré-pago. Eles tem uma promoção de texts que é sucesso absoluto entre todos os jovens do país: pagando NZ$10 você tem direito a mandar 2000 mensagens para qualquer celular Vodafone. Por isso,  todos os estudantes só conversam entre si por mensagem (aqui são 4 da tarde e já troquei 30 msgs hoje!). Fora que não tem interurbano, uma ligação tem o mesmo preço para qualquer lugar da Nova Zelândia. Comprar crédito é muito fácil também, vende em qualquer lugar.  (mais…)

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Primeiro dia em Auckland, Nova Zelândia


Assim que chegamos ao aeroporto de Auckland, tinha uma equipe do STB Pacific para receber a gente! Eles deram um cartão telefônico para todo mundo ligar e falar com os pais. No aeroporto mesmo muita gente já faz o câmbio dos dólares que trouxe para o NZ$ e também pode sacar dinheiro do Visa Travel Money no primeiro caixa eletrônico. É impossível achar essa moeda em algum câmbio do Brasil sem reservar antes e acaba nem valendo a pena.

Primeiro sinal de mundo que vemos em mais de 24 horas!

Primeiro sinal de mundo que vemos em mais de 24 horas!

Depois fomos para o ônibus enorme que estava nos esperando para nos levar direto do aeroporto para o Museu de Auckland. Ninguém ia querer perder o show de cultura Maori do Museu, não é?! O show é muito legal e eles são extremamente simpáticos. O inglês é meio difícil de entender no começo, mas dá pra pescar umas palavras. Eles cantam e dançam o tempo todo, mostram as  armas e jogos maoris e até ensinam para gente a Haka, dança típica que a seleção nacional de rugby sempre representa antes dos jogos. No Museu também dá para ver como eram as construções deles e as armas e objetos bem de pertinho.

Aparentemente, a gente trouxe o sol, porque pelo o que todo mundo falou, nessa época do ano costuma chover muito! Mas mesmo o sol não consegue disfarçar o frio de 6º C que quase congelou os mais despreparados (eu, precavida, tinha um urso sintético beeem quentinho para me proteger). (mais…)

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