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O que fazer em Londres, para quem tem pouco tempo e muita disposição

Publicado em Diário da Fernanda Surian | 16 de setembro de 2014 | 15:22 por STB Student Travel Bureau

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O post de hoje é especialmente dedicado a quem tem pouco tempo em Londres, mas muita vontade de conhecer tudo!

Neste post, você pode conferir os lugares que eu e o Má visitamos. Todos eles podem ser feitos no intervalo de algumas horas (duas ou três), até um dia ou um final de semana, se você quiser estender um pouco mais. Mas um dia já está de bom tamanho se você é como eu: quer conhecer um monte de coisas e tem pouco tempo.

Notting Hill

Fica na Central Line e é onde foi filmado o filme ‘Um lugar chamado Notting Hill’, com a Julia Roberts. O bairro é lindo e apaixonante, meu favorito por lá. Há muitos cafés, lojinhas e gastronomia (visitamos o restaurante do James Oliver e comi um Frozen Yogurt de Manteiga de amendoim D-E-L-I-C-I-O-S-O). Para deixar o lugar ainda melhor, tem outras três coisas que amo: feirinha aos sábados (inclui antiguidades, roupas e comida), entrada para o Hyde Park (amei este parque também) e livrarias e sebos (de livro e música).

Windsor

É um lugar superturístico. A grande maioria das pessoas que estão lá, ou trabalham para a rainha ou são turistas. É onde fica o Castelo de Windsor, uma das residências da rainha Elizabeth II. Dá para ver a troca da guarda e passar um dia bem gostoso, andar na beira do rio, visitar o castelo em algumas épocas do ano, comer em um restaurante ou beber em um pub.

Centro da cidade

Há muito, muito o que fazer nas zonas 1 e 2 de Londres. Infelizmente não consegui explorar nem um quinto do que queria, vou ter que voltar para ver. O número de museus, teatros, peças e atrações diversas (especialmente no verão) é imenso. Os lugares que eu recomendo ir (que fui) são o Big Ben, a London Eye, o Museu Britânico, o Palácio de Burkingham, a Galeria Nacional, a Tower Brigde e o Aquário. Mas tem mais. Muito mais. E tem para todos os gostos.

Outros dois locais cheios de agito são o ‘Piccadilly Circus’ e ‘Camden Town’.

Piccadilly Circus é cheia de luzes, música, dança e painéis. É viva e intensa à noite, bom demais!

Camden Town é um bairro alternativo da cidade. Você vai encontrar gente bacana, roupa, designs, arquitetura de todos os tipos. Tem feirinha lá também, onde dá para comprar lembrancinha e qualquer coisa diferente que você quiser, desde coisas para casa até acessórios. Além disso, visite o ‘Poppies’. Comemos o melhor ‘Fish and Chips’ da viagem e o lugar é bem acolhedor.

Brighton

Fica na costa sul da Inglaterra. É uma cidade bonita, com muita gastronomia, pubs, música, jardins e praia (!). Outro dia feliz garantido. Foi lá que tomei Pimm’s (uma bebida tradicional britânica, composta por gin, especiarias e frutas cítricas), muito boa!

Agora que já estou de volta ao Brasil, o que resta é a saudade e o gostinho de quero mais. =))


Os melhores lugares para comer sobremesa em NY

Publicado em Diário da Karol Pinheiro | 11 de setembro de 2014 | 15:19 por Karol Pinheiro

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Estou até emocionada com o tema do post de hoje. Sou o tipo de pessoa que prefere doce a salgado e, se pudesse, eu pularia as refeições principais para ir direto para a sobremesa (todos os dias)! hahaha Justamente por isso, conheci alguns lugares bem legais aqui em NY, especializados em, adivinhem: doces! Ps: todas as indicações foram testadas e aprovadas e receberam o importante selo Karol Pinheiro de qualidade! hahaha

Max Brenner
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É tipo a casa do Willy Wonka! Apesar de vender pratos salgados, o restaurante é especializado em chocolate. Sim, caro leitor, TODOS os pratos levam a delícia em suas receitas. Experimentei o tradicional foundue de chocolate com caramelo e garanto: a combinação é perfeita. Ahhh, um detalhe: repare nos canos espalhados pelo teto, eles são responsáveis por transportar o chocolate de uma ponta a outra do salão.

Magnolia Bakery
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Quem já assistiu aos seriados “Sex And The City” ou “Gossip Girl” sabe do que eu estou falando. A doceria ficou famosa pelos maravilhosos cupcakes (há de vários sabores) sempre decorados perfeitamente. Também rola experimentar bolos, tortas e mini-docinhos. Há várias unidades espalhadas pela cidade, mas a mais tradicional fica bem ao lado do Rockefeller Center.

Alice’s Tea Cup
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Um verdadeiro conto de fadas! Perfeito para o chá da tarde, o lugar conta com uma decoração encantadora inspirada no conto infantil “Alice no País das Maravilhas”. Todos os dias, o cardápio de bolos é trocado. Ou seja: dá pra ir sempre e continuar sendo surpreendido. Quando estive lá,  por exemplo, provei o bolo de banana com Nutella. Acho que nem preciso contar mais nada, né!? hahaha

Dylan Candy Bar
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Quer se divertir, estar num lugar diferente e ainda fazer boas fotos para o Instagram?! É só visitar o Dylan Candy Bar! A unidade de NY é considerada a maior loja de guloseimas do mundo (sentiu a responsa?!) e oferece todo tipo de doces que você já imaginou na vida. Dá até pra encontrar produtinhos de beleza com cheirinho e gosto de frutas.

Serendipity 3
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Esse restaurante está na categoria dos “tem que ir”! A fila é enorme (faça reserva com, pelo menos, um dia de antecedência) e há sempre muita, muita gente feliz lá dentro. O motivo?! As comidinhas deliciosas e o famoso  “Can’t Say No” Sundae, que é enorme e dá pra ser dividido pela mesa toda! Ahhh as celebridades locais AMAM!


Application e Visto Americano de Estudante

Publicado em Diário da Isadora Cardoso | 08 de setembro de 2014 | 16:41 por Isadora Cardoso

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Muita gente deixa de fazer intercâmbio porque acha que é muito difícil, que é necessário encontrar uma família americana por conta própria e criar a documentação do além! Mas não é assim, o STB existe para isso, e vai te auxiliar em tudo.

Antes de mais nada, você precisa agendar um encontro com o STB para uma explicação completa sobre o programa, eles vão resumir o objetivo e normas do intercâmbio. Além disso, você já poderá fazer o seu Slep Test, que por sua vez, é um teste de inglês para estabelecer se o seu nível atual é de acordo com as exigências do programa. Mas não entre em desespero! É um teste comum que vai avaliar seus conhecimentos (principalmente o listening) e não é algo definitivo, você pode fazê-lo mais de uma vez se for necessário.

A próxima etapa é o temido  “Application”. Tá bom, mas o que é isso? Vamos dizer de uma forma simples que é um resumo da sua vida atual, o qual você enviará para os EUA e é a partir daí que uma família voluntária irá te escolher. Lá você terá que dizer toda a sua rotina, contar sobre seus pais, irmãos e animais de estimação; terá a parte médica (então se prepare para fazer alguns exames); deverá ter cartas de recomendação de professores e dos seus pais; muitas fotos suas com seus amigos e famíliares mostrando sua vida social; “and the last, but not least” sua carta para a “Host Family”, que para mim, foi a parte mais difícil. Eu ficava me perguntando “o que escrever para alguém que eu não sei como é, nunca vi, mas que pode ser a minha família pelos próximos 10 meses? “Eu nunca tinha feito nada do tipo, e para piorar tinha a pressão enorme que eu colocava em mim mesma por conta do inglês,achava que se eu errasse um verbo, seria o fim do mundo (olha o drama), porém no final acabou dando tudo certo! Mas não é fácil, viu galera? São páginas infinitas! Existe uma documentação enorme para os pais lerem e assinarem. E tudo isso em meio as provas, simulados, e aulas integrais do colégio. Mas esse é um sacrifício que você, e só você deve fazer! Esse é o começo da sua independência, uma outra forma de provar para os seus pais que você consegue fazer esse intercâmbio. Mas calma, você não está completamente sozinho, o STB vai fornecer uma super ajuda com um de seus agentes, que estará disponível para ajudar em tudo que for possível. No meu caso, foi a Mari (coitada, não deixava ela em paz nem por um minuto), qualquer coisa que eu precisava, ela estava lá pronta para me socorrer. E quando já estava tudo preenchido, ela me ligou para fazer uma pequena entrevista que faltava para o Application. Depois disso, eu o enviei, e alguns dias depois, eu recebi a informação de que tinha sido aceita pela organização (uhuuul!), e então, recebi o meu I-20, que é o documento necessário para solicitar o visto de estudante, no nosso caso, J-1.

E eu pensando que o stress tinha acabado, mas ainda tinha que tirar o visto! Essa não foi minha primeira vez no consulado, porque eu já fui a Nova York, mas mesmo assim eu estava tremendo! Eu acho que li tanta coisa na internet falando que existem pessoas com visto negado, que eles fazem um monte de perguntas e ainda tem que falar em inglês, que eu fiquei muito nervosa. Mas galera, não é nada disso, fiquem tranquilos! A parte do CASV é apenas para identificação fotográfica e impressões digitais. Já no Consulado, muita gente fala que fica 5hs na fila, e que tem que agendar um mês antes, mas isso é mentira! Alguns anos atrás realmente era mais complicado, mas nos dias de hoje é rapidinho. Se você der sorte, dá para agendar para o dia seguinte, porém a fila continua sendo um pouquinho grande mesmo. Quando eu fui tirar o visto do meu intercâmbio, eu fiquei 2hs na fila e 2min na entrevista. Foi mais rápido do que a primeira vez e ele perguntou algumas coisas básicas, mas como eu ainda não tinha nenhuma informação sobre onde eu vou, ou com quem eu vou ficar, não tinha mesmo muito o que responder. Então, quando ele fez as perguntas, eu disse que o meu programa é  J-1 com família hospedeira, e que eu ainda não tenho as informações, e ele disse “ok”. Como os entrevistadores são todos americanos, às vezes fica difícil de entender por causa do sotaque, ou eventualmente porque o microfone está muito baixo, mas não tenha medo de perguntar de novo. Eles são muito simpáticos e atenciosos. E depois disso, eles te dão um papel dizendo para efetuar um agendamento para a retirada do passaporte.

Cliquem aqui e vejam uma lista de documentos necessários fornecida pela embaixada americana em PDF.

Galera, espero ter ajudado! Qualquer duvida é só perguntar na área disponível!

Beeijos e fiquem ligados no blog!


Como arrumar a mala para um ano de intercâmbio

Publicado em Diário da Isadora Cardoso | 05 de setembro de 2014 | 10:37 por Isadora Cardoso

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Hoje eu gostaria de compartilhar com vocês uma das coisas mais difíceis (porém legais!) da preparação para embarcar em um intercâmbio: Como arrumar a mala para ficar um ano longe de casa?

Confira o vídeo abaixo com as minhas dicas e saiba como eu me virei para arrumar a minha!


E vocês, já passaram por essa situação? Tem alguma dica diferente? Compartilha com a gente nos comentários!