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Conhecendo a Weta Cave

Publicado em #STBDiscover | 27 de janeiro de 2012 | 15:00 por Gustavo Bricks

A galera que curte cinema com certeza conhece a Weta digital, empresa especializada em efeitos especiais fundada por Peter Jackson, Richard Taylor e Jamie Selkirk. Com filmes como o Senhor dos Anéis, King Kong, Distrito 9 e o mais novo Tintin, ela tem uma sede fixa em Wellignton, NZ onde mantém um mini museu (Weta Cave) com peças relacionadas a cada filme e uma gift shop de deixar qualquer um de queixo caído. Desde réplicas de armas e vestuários usados nos filmes, até estátuas de estudo e em tamanho real, a loja é sem dúvida um paraíso para os fãs dos filmes que ela produz. Recentemente a Weta Cave abriu uma loja temporária dentro da Skycity: ela fica aberta até abril de 2012 e lá você encontra, entre outras coisas, estátuas em tamanho real dos personagens.

As aventuras de Tin Tin

Tive a oportunidade de visitar essa loja e ver de perto o trabalho dessa galera. Foi impressionante descer as escadas rolantes em direção aos elevadores que levam ao topo da Sky tower e dar de cara com um Orc em tamanho real! Um pouco mais adiante, a Neytiri (do Avatar) de quase três metros, e à direita um Nazgûl montado em seu cavalo.

Mais atrás também em tamanho real estava o Tintin e seu cachorro Milu, e, um pouco mais adiante, o Capitão Haddok. Mas sem dúvida nenhuma a estátua que mais impressiona é a do Golum: com detalhes super realistas, a estátua parece te olhar e acompanhar você pela loja. Leia mais…


Como um estudante brasileiro consegue trabalhar na Austrália

Publicado em Diário da Camila | 27 de janeiro de 2012 | 09:40 por Camila Silva

Quando converso com estudantes que estão pensando em vir para Austrália, uma das primeiras perguntas que eles me fazem é: “Você conseguiu emprego fácil?”. E eles ficam impressionados quando eu digo que “Sim”.

Como conseguir um emprego?

Minha primeira experiência de trabalho na Austrália foi por indicação. Um amigo que conheci aqui namorava a gerente de uma churrascaria brasileira que me ajudou. Esse foi fácil, mas acredito que continuar no emprego, mesmo com indicação, depende de você e do seu esforço.

Eu trabalhava no período da noite, começava às 18:00 e terminava às 21:30, no máximo 23:00, tudo dependia do movimento de clientes. Durante a semana era tranquilo, mas ficava muito pesado aos sábados. Havia filas para entrar no restaurante, e nós trabalhávamos muito.

Depois de 5 meses lá, eu decidi que queria estudar à noite e trabalhar da manhã, e de preferência não trabalhar no fim de semana. Aí comecei minha busca por outro emprego.

Nessa hora você tem que deixar a vergonha de lado e bater de porta em porta, entregar seu currículo e dizer que está procurando emprego. Quando fiz isso, as primeiras vezes, me surpreendi, pois eles são receptivos demais!

Na época eu decidi que iria trabalhar em cafés da cidade, pois geralmente eles não abrem aos finais de semana. Ia até o local, chegava no balcão e perguntava se podia entregar meu currículo, que eu era brasileira, estudante e estava procurando emprego. A pessoa (de 10 que visitei, 8 faziam isso) pedia para eu sentar em alguma mesa do local, chamava o gerente que me oferecia água e conversava comigo sobre o que eu estava fazendo em Sydney, quantas horas estudava, o que sabia fazer, etc… Claro que tudo isso era para ele perceber um pouco do meu nível de inglês, mas achei interessante o fato de eles demonstrarem interesse e respeitarem a pessoa que está oferecendo serviço.

Tudo bem diferente do Brasil, onde você entrega o seu currículo para o segurança e não sabe nem se ele chegará às mãos do responsável.

Além da opção “boca a boca” de entregar currículo de porta em porta, existe um site que disponibiliza vagas de emprego diárias, o www.gumtree.com.au.

As empresas, cafés e restaurantes entram nesse site e publicam as vagas na parte destacada como Jobs.

Além de poder encontrar as vagas de emprego, você pode publicar o serviço que oferece. Por exemplo, eu publiquei que eu era cleanner (faxineira) e estava à disposição para realizar trabalhos em casas de um determinado bairro. Três pessoas me ligaram interessadas no serviço.

Este tipo de publicação deve acontecer na parte Post ad, na parte superior da página, ou no campo Jobs wanted, onde você já determina o campo de trabalho em que irá trabalhar.

Currículo

Bom, quando cheguei aqui, eu não tinha a mínima ideia do que colocar no meu currículo. Fiz um, seguindo o modelo brasileiro que eu tinha. Mostrei para algumas pessoas que já estão em Sydney há alguns anos e elas me disseram que aquele era o tipo de currículo que eu deveria entregar em escolas, caso eu quisesse trabalhar na minha área, Pedagogia. Como eu sabia que meu inglês ainda não era suficiente para isso, desisti do mesmo.

Foi aí que um amigo me ajudou. No currículo você coloca coisas que você já tenha feito na sua própria casa ou em outras oportunidades, como em hotéis, restaurantes, etc.

No meu caso, eu coloquei que havia trabalhado no Brasil em hotéis como housekeep (arrumadeira de quartos) e cleanner (faxineira), ou em restaurantes como waitress (garçonete), ajudante de cozinha etc. Nada muito sofisticado e que eu não conseguiria fazer. Leia mais…


Contiki na Oceania – Aí vou eu!!

Publicado em #STBDiscover | 26 de janeiro de 2012 | 12:37 por Gustavo Bricks

Durante o período em que eu estarei aqui na Oceania, farei duas viagens com o Contiki. O Contiki é uma parceira do STB especializada em tours de aventura para jovens de 18 a 35 anos, e tem roteiros variados para os 4 cantos do globo. Primeiro, farei o Contiki Magical Tropics para desvendar as maravilhas da Austrália, passando pela famosa região de Whitsundays, sobre a qual a Camila já contou um pouquinho aqui no blog, e terminando em Cairns, com sua famosa Barreira de Corais.  Já no dia 2 de fevereiro embarco novamente para a Nova Zelândia para explorar a fundo a terra dos maoris com o Contiki Grand Adventurer, um tour de 14 dias que passa praticamente pelo país inteiro, desvendando as ilhas norte e sul.

A melhor parte do Contiki é que os roteiros são ideais para quem viaja sozinho, assim como eu, já que unem um grupo de viajantes com a mesma energia e vontade de descobrir o destino. Também dizem que os guias deixam o grupo bem livre para explorar cada destino à sua maneira, sempre dando as melhores dicas de programas e locais por lá, já que eles são experts no assunto. Estou bastante ansioso para a viagem!!

E se você quer, assim como eu, desvendar um pouco deste mundão afora com o Contiki, aqui vai uma boa notícia: o Contiki está com uma promoção exclusiva para quem fechar sua viagem até o final de janeiro, dando até USD300 de desconto sobre o tour que você escolher!! Além da Oceania, também tem viagem pra Europa, América do Norte e Ásia, você é quem escolhe o destino! O desconto é gradual e pode variar de acordo com a duração do roteiro que você escolher, mas já é uma ajudona para quem quer começar a viagem economizando!

Entre em contato com uma loja do STB para conhecer as opções de roteiros e conferir qual é o desconto para aquele que você escolher! Mas corre, a promoção vai só até o dia 31 de janeiro!

Para se animar, dá uma olhada neste vídeo do Contiki Nova Zelândia:


Mitos e Verdades sobre o programa Au Pair

Publicado em Diário da Beatriz | 26 de janeiro de 2012 | 09:57 por Beatriz Morgado

Nesse post, listei alguns mitos e verdades sobre o programa Au Pair baseados na minha experiência dentro do programa! Espero que gostem e que possam tirar algumas dúvidas.

Se tiverem dúvidas, deixem comentários aqui no post que eu farei o possível para descobrir se é um mito ou uma verdade!

Dá pra viajar bastante e conhecer muitos lugares durante o programa.

Verdade. 

Esse é um fato super verdadeiro que eu mesma estou aqui para comprovar, mas tenho que ressaltar que tudo depende das suas prioridades.

Desde que decidi ser intercambista, coloquei minhas viagens como maior prioridade, isso significa que é nisso que gasto maior parte do meu salário e do meu tempo planejando muito bem (ou nem tão bem assim) minhas férias e qualquer tempinho extra que tenho.

Da mesma forma, conheço meninas por aqui que torram o tão suado salário de “au poor” em Victoria’s Secret, bolsas carésimas daquela tal de Coach, botas Ugg(LY) de todas as cores e roupas descoladas na Abercrombie.

É o que eu digo… vai de você.

Depois de alguma viagem, se sobra dinheiro, não hesito em me esbaldar num jeans novo como se não houvesse amanhã, afinal também sou um ser humano. E pior: do sexo feminino! ;-)

Vou engordar muito durante meu intercâmbio!

Mito. 

Já escrevi um post no blog Club Au Pair uma vez sobre a alimentação nos Estados Unidos e a conclusão é: assim como a maioria das afirmações sobre o programa Au Pair, esse é mais um fato que depende de você e nada mais.

Se você se desembestar a comer tudo que vê pela frente, é lógico que vai engordar. Se quiser experimentar todas as gordices americanas (Oreos, cupcakes, Kit kats e afins) nos primeiros dois meses, esquecendo que terá um ano inteiro pela frente para dividir as calorias, é claro que você vai engordar. Se nos finais de semana quiser economizar grana e se atirar nos fast foods em vez de aproveitar pra comer uma refeição decente (coisa que sua rotina auperiana, muitas vezes, não te proporciona), é lógico que vai engordar. Se não mantiver o controle e comer as mesmas porcariadas que as crianças comem (os famosos snacks) durante o dia, é claro que vai engordar. Mas há opções. Nem tudo nos EUA engorda. Não fique ansiosa querendo experimentar tudo o que há de novo e rápido, você terá tempo para isso e acredite… até as coisas mais gostosas são enjoativas. Eu que amava Oreos nem acho mais tanta graça assim. Relaxe. Se você quiser, voltará para o Brasil pesando a mesma coisa, um pouquinho de nada a mais ou até mesmo mais magra! Se engordar, não coloque a culpa no intercâmbio, mas observe melhor seus novos hábitos alimentares. Fair enough!

Posso estudar outras coisas, além de inglês, durante meu intercâmbio como Au Pair.

Verdade. 

A intenção do programa Au Pair é fazer com que os intercambistas, além de aprender uma outra língua, vivenciem profundamente uma nova cultura, por isso a sugestão principal é que os créditos de estudo sejam cumpridos com aulas de inglês ou com estudos sobre os Estados Unidos (como história da música americana, da moda e até mesmo literatura, depende do que a escola mais próxima de você tem a oferecer).

Eu, no meu maior espírito rebelde, fiz tudo ao contrário. Leia mais…