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As escolas bilíngues de Montreal

Publicado em Embaixador | 27 de maio de 2015 | 13:17 por Raíra Venturieri

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Oi gente!

Voltei pra falar do que interessa: as escolas de inglês e francês de Montreal! Porque eu sei que você adorou a possibilidade de estudar os dois idiomas nessa cidade linda! hahaha

Quando estive lá, visitei duas escolas bem diferentes: a EC e a ILSC. Se você viu o post sobre as escolas de Vancouver, já sabe mais ou menos o que esperar de cada uma delas. Abaixo, segue um breve descritivo das minhas impressões. Ilustrado com fotos do @paulodelvalle!

EC Montreal

A EC aqui segue o mesmo padrão da rede: estrutura super novinha, decoração branca e laranja, lousas digitais nas salas e staff jovem. O grande diferencial da unidade é mesmo o programa bilíngue, em que você pode estudar inglês e francês ao mesmo tempo. Isso não ocorre nas outras ECs do Canadá (Vancouver e Toronto). Outra coisa que achei bem legal na EC Montreal é que eles organizam atividades temáticas todos os meses para os alunos. Por exemplo, agora quando fui, o tema era gastronomia – e havia festas, grupos de discussões e passeios ligados ao assunto. No mês anterior, havia sido fitness. Educativo e divertido, né? Pra completar, a escola fica localizada na Saint Catherine, rua cheia de lojas e restaurantes legais!

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ILSC Montreal

A primeira diferença crucial entre as escolas é a localização: enquanto a EC fica na parte moderna da cidade, a ILSC fica em Old Montreal, a curta caminhada do porto, da Catedral Notre-Dame e dos prédios históricos. O próprio prédio da escola é lindo, superantiguinho, um contraste com o interior moderno. A ILSC também oferece cursos bilíngues e é a única lá com programa da CELTA, para certificação de professores de inglês. E ainda tem as aulas divertidas do Creative and Cultural Program, em que você pode optar por disciplinas como “English Through Photography” e “French Through Fashion”. Assim fica mais interessante!

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E aí, gostou de alguma? Fale com seu consultor STB, que pode te dar muito mais informações!

No próximo post, eu começo a compartilhar com vocês a minha experiência em Toronto, a maior cidade do Canadá. Volta aqui pra ver!


Como é a residência estudantil YWCA

Publicado em Embaixador | 20 de maio de 2015 | 16:42 por Raíra Venturieri

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YWCA - Vancouver Lobby
O lobby coloridinho da YWCA Vancouver, residência que é uma graça!

Seguindo o plano de experimentar diferentes tipos de hospedagens no Canadá, em Montreal eu fiquei em uma residência estudantil. A YWCA (não confundir com a música do Village People!) tem unidade em Vancouver e Montreal, e ambas são incríveis! Sempre bem localizadas e com quartos em diversos tamanhos e formatos. Meu grupo, por exemplo, se organizou em quartos duplos e triplos. Na residência de Montreal, os banheiros ficavam fora dos quartos – mas era só atravessar o corredor, bem tranquilo. Na de Vancouver (que apenas visitamos), havia opção de quartos com banheiro próprio ou compartilhado.

Uma coisa que é importante ressaltar é que nem sempre a residência estudantil corresponde com aquele estereótipo que a gente tem na cabeça. Não é como dormitórios de faculdade por exemplo, e sei lá por que eu esperava isso. É como um hotelzinho mesmo, e inclusive há hóspedes lá que não são estudantes. Por isso, bagunça nos corredores e festa no apê não rolam.

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O quarto duplo da YWCA Vancouver, praticamente um hotel

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O quarto triplo da YWCA Montreal tinha três camas, um armário e uma pia

O melhor de tudo: localização

Em Montreal, a residência fica na Boulevard René-Lévesque, esquina com a Crescent St. Vou te falar uma coisa sobre a Crescent: ela é sensacional! Uma ruinha estreita cheia de pubs e restaurantes legais – que delííícia que era ir a pé entre esses lugares e a YWCA. O meu favorito é o Brutopia, que descobrimos por acaso em uma noite de segunda-feira (!), com música ao vivo todos os dias e pints a preço justo. Recomendo!

E olha, se você curtiu a localização, calma que fica melhor: andando uma quadrinha só pela Crescent você chega na Saint Catherine, que é “A” rua de Montreal: tem todas as lojas boas de departamento (H&M, Forever 21, Urban Outfitters, American Apparel…), todas as lojas que brasileiros amam (M.A.C., Apple Store…) e todas as cafeterias canadenses que tem que provar (Tim Hortons, Second Cup…). É uma rua maravilhosa! E ainda tem uma estação de metrô bem pertinho de lá, a Peel. É ou não é um lugar incrível pra se hospedar? Eu amei!

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Apresentação no Brutopia (em uma segunda-feira) e vinis da Urban Outfitters da Saint Catherine

Em Vancouver é a mesma coisa: a YWCA fica em Downtown, em frente à Rogers Arena e coladinho na Robson, famosa rua de compras da cidade. Ah, e fica a walking distance de todas as escolas de inglês. Score! Se você gosta de independência (não ter que fazer social com a família da homestay, por exemplo) e não se incomoda com as acomodações mais simples (quartos compartilhados, banheiros externos), a residência é pra você.

Se quiser saber mais, já sabe: fale com seu consultor STB. No próximo post, vou falar sobre as escolas de inglês e francês de Montreal. Au revoir!


Montreal, a francesinha do Canadá

Publicado em Embaixador | 14 de maio de 2015 | 16:57 por Raíra Venturieri

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Pelas ruas de Old Montreal | Foto: Paulo Del Valle

Se Vancouver se destaca entre as cidades canadenses por conta da natureza, Montreal tem todo um charminho europeu: um centro histórico lindo, a língua francesa dominante e um clima mais friozinho, que agora no começo da primavera significa árvores sequinhas e atmosfera bucólica. Parece mesmo outro país!

Acho que o fato de ser uma cidade bilíngue (a maior do mundo!) é realmente um grande diferencial: você pode ir lá estudar francês no nível básico, por exemplo, e ainda usar o inglês como apoio para “sobreviver” nas ruas. E se divertir praticando os dois idiomas! Só tome cuidado ao iniciar uma conversa em francês, porque as pessoas desembestam a falar e a gente, que não fala lá essas coisas, fica boiando… (um beijo pro Felipe Braga, do team STB!).

Aliás, esse orgulho que eles têm com a língua francesa é uma coisa engraçada. Há leis que determinam que toda a comunicação nos serviços públicos, escolas e comércio deve ter a versão em francês. Até placas de rua, como a de “PARE”, lá é escrito “ARRÊT”. Sabem onde mais isso acontece? EM NENHUM LUGAR, NEM NA FRANÇA! Hahaha, em território francês eles usam “STOP” mesmo. Não têm o purismo e o chiquetê de Montreal!

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Só em Montreal a placa de PARE é escrita em francês | Foto: iStock

Montreal no passado

A parte histórica de Montreal está quase toda reunida no bairro de Old Montreal, onde até as ruinhas são estreitas à la Paris e há diversas lojinhas de souvenir e maple. O must see lá é a Basílica de Notre-Dame, que foi feita à semelhança da catedral parisiense. Por fora não é tão imponente quanto a original, mas o interior da igreja é de cair o queixo, muito lindo! Vale muito a entrada de $10. Outra construção imperdível pra quem gosta de prédios históricos é o Oratório Saint Joseph, que fica fora da região histórica, no alto do Mount Royal e com vista pra cidade.

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O belíssimo interior da Basílica de Notre-Dame | Foto: Paulo Del Valle

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Eu e Juliana Rossi, do team STB, divando no Oratório Saint Joseph. Foto: Paulo Del Valle

Montreal no futuro

Um contraste interessante da cidade é que, ao lado de tantas construções históricas, há atrações super modernosas. O Biodôme é uma delas, um lugar que eu adorei: uma enorme estufa que abriga cinco ecossistemas diferentes, como a Floresta Amazônica e uma Floresta de Maples. É quase como um zoológico indoors, porque tem animais, mas com muito foco na flora. É super divertido e uma solução curiosa de atração turística em uma cidade com inverno de – 10°C, em média. E sabe o que é mais legal? O enorme domo foi construído pra Olimpíada de 1976, e depois convertido em atração turística. Ao lado dele há outras heranças do antigo Centro Olímpico, como a Montreal Tower, uma torre com vista panorâmica. É um bom passeio!

Se você gostar das linhas modernas do Centro Olímpico, precisa conhecer também o Biosphére, que fica no Parc Jean–Drapeou. A enorme bola translúcida sai bem nas fotos e também abriga um museu de ciências, que não tive a chance de visitar, mas parece ser bem bacana. Sem contar que fica dentro de um parque lindo, passeio que realmente merece uma tarde inteira.

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A maple forest dentro do Biodôme estava toda verdinha, mesmo depois do inverno rigoroso | Foto: Raíra Venturieri

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O Biosphére rouba a cena dentro do Parc Jean–Drapeou | Foto: iStock

Já deu pra perceber que Montreal me fisgou pela arquitetura, né? Senti mesmo isso – é uma cidade bem mais artsy, com diversos museus e prédios interessantes para fotografar. Até mesmo o Palácio do Congresso, que visitei por acaso com uns amigos, é de cair o queixo. Olha esses vitrais!!

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Os vitrais coloridos do Congresso de Montreal | Foto: Paulo Del Valle

E aí, um cenário interessante pra estudar inglês e francês? Eu acho que sim! E em Montreal eu me hospedei em uma residência estudantil muuuito bacana, do ladinho de pubs, lojas e restaurantes! Vou segurar esse ouro pro próximo post, só pra você voltar aqui pra ver ;)

Beijos!


As escolas de inglês em Vancouver

Publicado em Embaixador | 12 de maio de 2015 | 10:44 por Raíra Venturieri

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Oi pessoal!

Como prometido, agora vou explicar um pouco sobre as escolas de inglês que o STB oferece em Vancouver. Como não sou especialista, são as minhas impressões como visitante mesmo – e provavelmente serão bem próximas das impressões de vocês. Espero que ajude!

Uma coisa que eu adorei descobrir lá é que cada escola tem um perfil bem definido. Não vai ser preço ou localização o seu maior critério de escolha, mas sim o estilo de ensino e acompanhamento de cada uma delas. Até porque localização, amigo, não vai te ajudar muito a escolher: todas elas ficam em Downtown, no centrão comercial de Vancouver, com acesso fácil ao skytrain (metrô de superfície) e a lojinhas e restaurantes bacanas. Então o que elas têm de diferente?

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Pequena, mas muito bonitinha: as salas e áreas comuns têm móveis novinhos, decoração branca e laranja, e é tudo supercaprichado. Até as vending machines de salgadinhos da área comum são personalizadas com as cores e o loguinho da escola. E o tom moderninho não fica só na decoração, não: todas as salas têm lousa digital, o que deixa a aula bem interativa. Como o staff é super jovem, acho que fica bem fácil interagir e fazer amizades por ali. Eles inclusive têm um guiazinho próprio com atividades, restaurantes e dicas para os alunos aproveitarem Vancouver. Muito atenciosos!

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ELS

A ELS é super profissional. O staff é mais maduro e passa a impressão de ser um pouco mais conservador, o que é ótimo pra quem quer estudar para exames ou levar essa experiência bem a sério. Faz parte do programa, por exemplo, uma aula por dia em um laboratório com computadores (e o professor fiscaliza de pertinho!). Como todas as escolas, eles têm uma política de english only, na qual os alunos são proibidos de falar outros idiomas até nas áreas comuns. Mas a ELS tem o sistema de “punição” mais eficiente: cada infração à regra custa $ 5, grana que é doada para instituições de caridade. Taí um bom incentivo!

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Eurocentres

A Eurocentres é uma mãe. O staff é super atencioso, pega o estudante pela mão e ajuda a resolver qualquer problema, seja ele relacionado à escola ou não. Tem até um 24h emergency hotline, pro aluno ligar caso precise de ajuda em qualquer horário do dia. E a estrutura da escola também é fofa: todas as salas têm uma parede colorida, com cadeiras personalizadas com a mesma cor, bem caprichado. A escola tem um dos maiores índices de satisfação dos alunos, e acho que é porque as aulas têm ênfase em fluência, pra você já sair de lá tagarelando inglês por aí! Claro que há também programas com foco acadêmico, como preparatório para IELTS – que pode ser prestado dentro da escola mesmo.

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Kaplan

Na Kaplan o clima é animado! Um staff super jovem orienta os alunos e organiza jogos e atividades nas áreas comuns. Quando visitei a escola, havia fotos dos jogadores dos Canucks (time de hockey de Vancouver) espalhadas pelos corredores porque eles estavam organizando um concurso de selfies! Mas não é só brincadeira não: além das aulas (com lousa digital, amo!), a escola oferece um portal online, a K+ Tools, em que os alunos podem fazer exercícios, tirar dúvidas e acelerar sua evolução. E tem ainda os K+ Clubs, grupos de discussão temáticos, que podem ser sobre cinema, gastronomia… ou seja, quem estiver interessado e for atrás de todas as ferramentas que a escola oferece, vai aproveitar muito!

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ILSC

A ISLC é a maior escola em termos de espaço físico: tem quatro unidades lá em Downtown, geralmente alguns andares de um prédio comercial. É a escola mais flexível de todas: há diversas datas de início e grade personalizável – você compra um pacote de aulas e monta seu schedule do seu jeito. E outra coisa bem legal: além de disciplinas tradicionais como vocabulary, business e pronunciation, há opções temáticas como english yoga e english for social media. Pra alunos menos disciplinados, que precisem de temas divertidos pra se manterem interessados, é uma ótima opção.

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Se você se interessou e quer saber mais sobre uma dessas escolas, procure um consultor STB. Todos eles manjam muito e certamente vão esclarecer as suas dúvidas. Agora, se sua insegurança for em relação à Vancouver, talvez eu possa ajudar: no próximo post apresento Montreal, a cidade canadense onde você pode estudar inglês e francês ao mesmo tempo! Até lá!

Todas as fotos são do @paulodelvalle.